Admite-se que na maior parte dos sites de informação, jornalísticos e afins e nos grandes e pequenos portais de pesquisa da Internet, a CULTURA esteja incluída no Lazer e Entretenimento ??? É um absurdo!!!
Isto está a acontecer só mesmo por completa ignorância dos seus responsáveis.
Pois! A distracção aí está, em toda a sua plenitude, com tanto Lazer e Entretenimento.
Se andarmos para aí distraídos, tudo de mal nos poderá vir a acontecer, é certo!
E as crianças quando começavam a aprender e eram tidas de desatentas (distraídas) na sala de aulas, podem crer que serão essas no futuro, as que mais atentas poderão estar com o que de mal está! É verdade isto que estou a dizer? Quem quiser que se atente nesta matéria! E sobre isto tenho a dizer, nesta que é a nossa actual, estupidifante e desumana realidade, que na sala de aulas é precisamente onde se aprende a ser-se o que é para mim, o verdadeiro distraído, ou seja, o que se está a aprender por aí, como a única, principal e possível via de se ser, numa manifesta e arrepiante forma de contrariar o verdadeiro resultado do Pensar a Sentir, ensina-se portanto a pensar sempre e em primeiro lugar nos ganhos dos sonhados e deslumbrantes empregos vindouros das muitas distraídas e fantasiadas distracções do que se poderá logo, logo usufruir com o dinheiro, isto é, pensa-se em tudo o que possa ser imediatamente lucrativo, pensa-se a olhar um futuro com todos os irrepreensíveis e tradicionalistas saudosismos, pensa-se a pensar que se pensa, mas no fundo, no fundo só se pensa em se se progredir para um futuro em que o Pensamento deixa de ser o primeiro dos privilégios do Homem enquanto Ser. E os resultados aí estão, gente grosseira e canibalesca, gente mesquinha e covarde, gente preguiçosa, manhosa e mentirosa, gente que manda trabalhar não trabalhando a aprender e a ensinar a ser-se gente maldosa, gente que diz que trabalha mas que se escapa a trabalhar dando sim demasiadas canseiras e trabalheira aos que ainda assim trabalham verdadeiramente…
E querem saber o que eu ouvi no passado dia 21 de Junho numa conferência na Gulbenkian na pessoa do tão célebre e respeitado professor Roberto Carneiro da universidade católica e em seus cordiais e habituais sorrisos ao iniciar o seu discurso? Que adorava o Second Life, porque se faz muitos amigos e é divertido, muito divertido, simulam-se vidas, estares em estratégias, é interessantíssimo, dizia ele. Pois, aí está, de quem o país espera ou esperava muito e até foi Ministro da Educação, ocupa-se agora neste seu pleno direito de também ser «gente» e claro está, entra na devida onda e distrai-se assim. Podem crer que gente desta nada tem a dar ao país. E é o que temos como professores, como personalidades e como responsáveis à frente das nossas maiores instituições! Estão todos distraídos, têm mais com que se divertir, existem muitas distracções, e depois têm suas vidas bem organizadas com ganhos, heranças e empregos privilegiadamente satisfatórios e de todos os seus e, com isto vá de não se pensar no que de mal está num país que afinal também é seu e de todos os seus, mas parece que não lhes interessa nada, esquecem-se... é que andam ocupadíssimos com tanta distracção!… E de seguida ainda ouvi na mesma conferência e para agravar a situação, um outro importante alguém e que por sinal também já foi Ministro da Educação e actual administrador da Gulbenkian, em que dizia, numa descarada, cordial e ordeira inteligência, que não é preciso andar-se sempre a arranjar culpados para o país que temos!… Ora, ora! Têm razão estes distraídos institucionalistas, que ousam usar indiscriminadamente o nosso país e pessoas em repugnáveis metodologias de um exemplo num uso fruto de estares indesejáveis a serem seguidos e a contribuírem para que a EDUCAÇÃO e a CULTURA sejam tidas, como apêndices e apartes num descambar de uma não dignificação e num total empobrecimento do Ser. E nestes poderes de autoritárias e ousadas modas levianas, pretendem comodamente isentarem-se de culpa em suas tão ignóbeis e enriquecidas vias e formas de vidas, em que para alguns é possível esta diversão a matar talentos e capacidades de um país ocupado por estes legados em seus respectivos lugares hierarquizáveis sem quererem ainda assim, carregar suas devidas responsabilidades.
E o que faz Pensar não interessa mais, o que faz nos Fazer Pensar também não se inclui na Aprendizagem das Escolas e das Universidades. E com estas espécies exemplares de «gente» que faz uso da vida pela via de castrar o pensar ao nascer, neste viver encostado e protegido a um livro de cabeceira feita de uma instituição maior, prevista a enganar e a sacrificar muitos, para uns quantos poucos estarem esganadamente confortáveis, numa forma ágil e astuta de homens sem alma e pobres de espírito, a se descartarem nestas desculpáveis atitudes deploráveis e a que ainda assim, quererão até quando, serem respeitados em quais e quantas vias de tanta irresponsabilidade.
E ainda sobre o tal inapto Relatório para o Ensino da Educação Artístico que foi encomendado pelo Ministério da Educação (e se permitirmos ser posto em prática) poderemos pois e com toda a certeza a curto prazo assistir-se descaradamente à encomenda de novos profissionais destas áreas a um qualquer país da União Europeia e mais, a remediarem o mal feito. E porquê tudo isto, porque anda tudo muito distraído, drogado e anestesiado com tanto Lazer e Entretenimento que mete dó.
Nesta forma miserável de se estar, ir-se-á pagar bem caro! E aqui estamos nós todos, estes os da blogosfera e não só, porque mais virão, a mostrar que assim não é mais possível, estes que me parecem com toda a verdade, pelo que por aqui tenho lido em artigos e textos com bastante qualidade e em seus credíveis autores que muito respeito, a aperceber-me que talvez sejam estes os que menos distraídos estão e ainda bem, numa preocupação constante a alertar à reflexão e à razão como uma via possível de ainda se SER.
Isto está a acontecer só mesmo por completa ignorância dos seus responsáveis.
Pois! A distracção aí está, em toda a sua plenitude, com tanto Lazer e Entretenimento.
Se andarmos para aí distraídos, tudo de mal nos poderá vir a acontecer, é certo!
E as crianças quando começavam a aprender e eram tidas de desatentas (distraídas) na sala de aulas, podem crer que serão essas no futuro, as que mais atentas poderão estar com o que de mal está! É verdade isto que estou a dizer? Quem quiser que se atente nesta matéria! E sobre isto tenho a dizer, nesta que é a nossa actual, estupidifante e desumana realidade, que na sala de aulas é precisamente onde se aprende a ser-se o que é para mim, o verdadeiro distraído, ou seja, o que se está a aprender por aí, como a única, principal e possível via de se ser, numa manifesta e arrepiante forma de contrariar o verdadeiro resultado do Pensar a Sentir, ensina-se portanto a pensar sempre e em primeiro lugar nos ganhos dos sonhados e deslumbrantes empregos vindouros das muitas distraídas e fantasiadas distracções do que se poderá logo, logo usufruir com o dinheiro, isto é, pensa-se em tudo o que possa ser imediatamente lucrativo, pensa-se a olhar um futuro com todos os irrepreensíveis e tradicionalistas saudosismos, pensa-se a pensar que se pensa, mas no fundo, no fundo só se pensa em se se progredir para um futuro em que o Pensamento deixa de ser o primeiro dos privilégios do Homem enquanto Ser. E os resultados aí estão, gente grosseira e canibalesca, gente mesquinha e covarde, gente preguiçosa, manhosa e mentirosa, gente que manda trabalhar não trabalhando a aprender e a ensinar a ser-se gente maldosa, gente que diz que trabalha mas que se escapa a trabalhar dando sim demasiadas canseiras e trabalheira aos que ainda assim trabalham verdadeiramente…
E querem saber o que eu ouvi no passado dia 21 de Junho numa conferência na Gulbenkian na pessoa do tão célebre e respeitado professor Roberto Carneiro da universidade católica e em seus cordiais e habituais sorrisos ao iniciar o seu discurso? Que adorava o Second Life, porque se faz muitos amigos e é divertido, muito divertido, simulam-se vidas, estares em estratégias, é interessantíssimo, dizia ele. Pois, aí está, de quem o país espera ou esperava muito e até foi Ministro da Educação, ocupa-se agora neste seu pleno direito de também ser «gente» e claro está, entra na devida onda e distrai-se assim. Podem crer que gente desta nada tem a dar ao país. E é o que temos como professores, como personalidades e como responsáveis à frente das nossas maiores instituições! Estão todos distraídos, têm mais com que se divertir, existem muitas distracções, e depois têm suas vidas bem organizadas com ganhos, heranças e empregos privilegiadamente satisfatórios e de todos os seus e, com isto vá de não se pensar no que de mal está num país que afinal também é seu e de todos os seus, mas parece que não lhes interessa nada, esquecem-se... é que andam ocupadíssimos com tanta distracção!… E de seguida ainda ouvi na mesma conferência e para agravar a situação, um outro importante alguém e que por sinal também já foi Ministro da Educação e actual administrador da Gulbenkian, em que dizia, numa descarada, cordial e ordeira inteligência, que não é preciso andar-se sempre a arranjar culpados para o país que temos!… Ora, ora! Têm razão estes distraídos institucionalistas, que ousam usar indiscriminadamente o nosso país e pessoas em repugnáveis metodologias de um exemplo num uso fruto de estares indesejáveis a serem seguidos e a contribuírem para que a EDUCAÇÃO e a CULTURA sejam tidas, como apêndices e apartes num descambar de uma não dignificação e num total empobrecimento do Ser. E nestes poderes de autoritárias e ousadas modas levianas, pretendem comodamente isentarem-se de culpa em suas tão ignóbeis e enriquecidas vias e formas de vidas, em que para alguns é possível esta diversão a matar talentos e capacidades de um país ocupado por estes legados em seus respectivos lugares hierarquizáveis sem quererem ainda assim, carregar suas devidas responsabilidades.
E o que faz Pensar não interessa mais, o que faz nos Fazer Pensar também não se inclui na Aprendizagem das Escolas e das Universidades. E com estas espécies exemplares de «gente» que faz uso da vida pela via de castrar o pensar ao nascer, neste viver encostado e protegido a um livro de cabeceira feita de uma instituição maior, prevista a enganar e a sacrificar muitos, para uns quantos poucos estarem esganadamente confortáveis, numa forma ágil e astuta de homens sem alma e pobres de espírito, a se descartarem nestas desculpáveis atitudes deploráveis e a que ainda assim, quererão até quando, serem respeitados em quais e quantas vias de tanta irresponsabilidade.
E ainda sobre o tal inapto Relatório para o Ensino da Educação Artístico que foi encomendado pelo Ministério da Educação (e se permitirmos ser posto em prática) poderemos pois e com toda a certeza a curto prazo assistir-se descaradamente à encomenda de novos profissionais destas áreas a um qualquer país da União Europeia e mais, a remediarem o mal feito. E porquê tudo isto, porque anda tudo muito distraído, drogado e anestesiado com tanto Lazer e Entretenimento que mete dó.
Nesta forma miserável de se estar, ir-se-á pagar bem caro! E aqui estamos nós todos, estes os da blogosfera e não só, porque mais virão, a mostrar que assim não é mais possível, estes que me parecem com toda a verdade, pelo que por aqui tenho lido em artigos e textos com bastante qualidade e em seus credíveis autores que muito respeito, a aperceber-me que talvez sejam estes os que menos distraídos estão e ainda bem, numa preocupação constante a alertar à reflexão e à razão como uma via possível de ainda se SER.





























6 TRAÇO(S):
De entretem em entretem é que eles nos querem entretidos para não vermos que eles, nada distraídos, vão-se instalando e outros indicando para acomodações vindouras.
Agora, Alice, até pode ser que esses senhores andem entretidos, mas nada nem nunca distraídos com as suas probendas.
Belo pensamento. e não é para entreter, esse espaço entre o que se teve e o que se vai ter, entre o que se foi e o que se vai ser. o tempo em que não se é, o passatempo, a inutilidade de viver.
E já lhe chamam arte e educação e parece querer implantar-se como forma de vida, ou de (des)vida.
O facilitismo da estandardização faz com que a lógica do "Arts and Entertainments” se vá apropriando do imaginário colectivo.
A Arte está inevitavelmente vinculada à inteligência, à intuição, ao raciocínio, ao sentimento, à imaginação, à expressão e a tudo o que nos transcende. A Arte é precisamente aquilo que pode travar a industria do lazer. A inteligência versus ignorância.
Ainda bem que se vai pensando por aí.
cumprimentos,
Rui Rebelo
CARLOS, pois é isso mesmo, faz parte da actual e cordial «esperteza inteligente» do «salve-se quem puder»... Até quando ???
Beijinhos
RUI REBELO, excelente este seu comentário, um muito obrigada e volte sempre...
Abraço
Ainda bem que há quem lute para que haja uma cultura de qualidade...
Gostei muito do blog.
Cumprimentos,
José Manuel Oliveira.
Olá JOSÉ OLIVEIRA
Muito obrigada pelas suas palavras.
Volte sempre e porque já somos poucos a entendê-lo.
Um abraço
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