ACREDITAR
Acreditar
Acreditar de uma só vez
O que ao mundo se nos espera
Não serve
Não serve de muito esperar
Desses que à leviandade seus dias se fazem
Os gritos inglórios de quanta imposição
Levam em nada acreditar.
E é ao deitar de todos os dias
Que sabemos o que a noite nos trará pela manhã
E a manhã é simplesmente a ordeira
das muitas regras sem regra que só alguns conhecerão.
E primeiro que tudo
E em cada um de todos nós
O dar demasiado hoje, o dar tudo
No dar tudo tudo tudo, hoje amanhã e sempre
É a razão única para continuar
E os que não dão ou não querem dar
Nada terão para acreditar.
[ uma imagem nunca está só ]
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