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a árvore ao jardim

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O artista e a dignidade humana

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Estes excertos que se seguem são dirigidos aos que por aí andam cómoda e pateticamente vendados, em tanta cegueira que lhes foi incutida, e coitados até se sentem bem assim, e claro está, que não compreendem, e jamais entenderão, que uma linha de pensamento onde felizmente, muitas pessoas até estão inseridas, é só e unicamente uma questão de lucidez e de dignidade humana, e não terá de passar e neste meu caso não passa mesmo, aos que incomodados assim queiram ou tentem apelidar por que ideologias vigentes.
«(…) deveres obrigados a serem cumpridos a todo o custo geram mitos, entretenimentos, distracções e passatempos e tentam apanhar os desprevenidos e até os prevenidos a confundir tudo e todos com mentiras, falácias e sempre numa omissão para com a verdade. O entretenimento faz esquecer a forma genuína de se pensar direccionada a um bem comum a todos. O entretenimento não provoca prazer, mas sim gozo, é uma forma de fazer esquecer ou diluir o pensamento no menor esforço possível. O entretenimento vem do colectivo para o singular, é uma apreciação em frases feitas do colectivo dirigida ao singular, fazendo por imergir o singular numa moda disponível a ser usada como sugestiva e conveniente pelo poder que comanda o colectivo. E o resultado de um pensamento singular e genuíno dirigido a um bem comum e ou ao colectivo, será efectivamente Cultura. O entretenimento estará inteiramente ligado ao dever, e é o que fica do que não foi possível criar, é a repetição feita para um povo obrigado à igualitária forma de se acomodar como subjugado. Mas é o povo com os seus artistas que fazem Cultura e não o entretenimento dos geradores de poderes e mitos que farão os artistas, a Arte, o Devir! A Cultura é pois o porvir do Devir. O artista existe e jamais desaparecerá enquanto existirem sociedades e sociabilidades. O artista existe porque existe um povo. Um povo que carrega o peso de seus mandatários. E na mesma igualdade, ambos, povo e artista, que advêm desse somatório de resistências ao intolerável, à fome, à miséria, ao sofrimento, à opressão e na condição do Ser em desejos de Ser­-se humano.

E a não ser possível um povo gerir os seus afectos e a sua forma de se manifestar artisticamente é um povo sem futuro, é um povo ou uma sociedade suicida. E o suicídio em suicidas é a morte anunciada e vindoura do colectivo sem singulares. (…) Existe uma realidade para os excluídos da face da Terra pelo Homem que instituiu tão monstruosas regras em crenças e poder do dever em não devir, que o suicídio será em breve a maior prova de coragem do ser, que não se suporta mais nestas condições de escravatura cativa. Essa compreensão para os de ditos fracos e ou excluídos em toda a extensão do humanitário por não aceitarem compactuar com tanto mal, infortúnio e dor, tornar-se-á em nossa contemporaneidade, o ponto mais forte da dita coragem da dignidade humana em não-ser.

(…) Sendo o devir sempre uma obrigação contrária ao dever, não se rege, nem se deixa comandar por leis impostas pelo Homem, o Devir é o catalisador da motivação existencial e é orientado por leis interiores bem definidas corporalmente. Quando digo corporalmente, tal como fez Bento Espinosa, englobo o corpo não o dissociando da alma e do pensamento em sua Natureza de Ser. O devir diz sempre e unicamente respeito à projecção do pensamento numa saudade em futuro, ou seja, o Devir é sempre um devir­ artístico-filosófico. (...)»
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Festival TEMPS D'IMAGES - 10 a 15 Dezembro 2007

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Quatro anos depois da sua primeira edição “o cinema à volta de cinco artes cinco artes à volta do cinema”, realizada em conjunto com a Cinemateca Portuguesa em 2003, o cinema regressa ao Temps d'Images para evocar as relações desta arte com as outras artes.

Em 2007 é sob o ângulo da coreografia que esta programação será abordada sem recorrer ao tipo de comédia musical, a fim de melhor dar a ver como a coreografia pode estar presente no cinema sem que seja necessário tratar-se de um filme de dança.

O que se procura mostrar é uma coreografia cinematográfica que joga com o movimento (ou a imobilidade) dos corpos, com os ritmos, as deslocações no espaço (quer se trate de um quarto, de uma cidade ou de grandes espaços abertos...), o seu abrandamento ou aceleração ou ainda a coreografia da própria câmara.

Serão apresentados neste contexto filmes de longa e de curta metragem, que se irão cruzar e dialogar com filmes experimentais de todas as épocas. Trata-se de uma programação esboço, em 13 sessões, que procura olhar o cinema pelo interior e abrir algumas pistas sobre o tema do cinema como coreografia.

Estarão presentes nas sessões para animar um diálogo entre todos os participantes e os espectadores, e também com realizadores e coreógrafos portugueses, Jean-André Fieschi (realizador, crítico de cinema), Cyril Neyrat, Hervé Aubron, Stéphane Delorme, Cyril Beghin (críticos nos Cahiers du Cinéma, Vertígo etc.), Ricardo Matos Cabo (programador de cinema),

Esta programação é coordenada por Pierre-Marie Goulet e Teresa Garcia em conjunto com João Bénard da Costa e a Cinemateca Portuguesa, com a colaboração de Cyril Neyrat, Ricardo Matos Cabo e Stefani de Loppinot.

Um catálogo que inclui textos inéditos de todos os participantes acompanha este Ciclo.

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CINEMATECA PORTUGUESA

- MUSEU DO CINEMA -

Rua Barata Salgueiro, 39 1269-059 Lisboa
Transportes: Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Bus: 2, 9, 36, 44, 45, 90, 91, 732, 746
Informação diária sobre a programação: Tel. 21 359 62 66
Horário da bilheteira: De Segunda a Sábado, 14:30 - 15:30 e 18:00 - 22:0
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A ARTE no tradicional do FOLCLORE e do ARTESANATO

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A OBRA DO COLECTIVO SEM AUTORES no que o POVO sempre fez pelo SER.
Folclore e Artesanato - Obras sem autores, sem nomes, sem titulares, unicamente vividas e postas em prática de pais para filhos, de geração em geração, pela palavra não-escrita, com toda a beleza em suas manifestas formas e forças do que é a criatividade humana.
O Homem tanto na tradição do movimento da acção de um corpo que comunica melodiosamente como na tradição da construção de peças para o seu uso utilitário, precisa de se FAZER nesta estruturante forma de se completar pelo artístico. O Folclore e o Artesanato foram indispensáveis enquanto ARTES do movimento e da Acção de se FAZER sem autores e em anonimato, longe das elites, num colectivo por autorizado e adoptado conjuntamente para os singulares que se reafirmam fazendo-se pelo movimento sábio do nascer até morrer. E é nessa espontaneidade da necessária comunicação do que é conhecido de uma forma igual com seus próprios valores éticos e estéticos que se vai recriando de pais para filhos a se firmar no que é a Arte na tradição de um Povo, numa precisa aprendizagem que se vai ensinando a ocupar-se do que é cuidar e preservar e a ser transmitida de geração em geração no que lhes concerne em espaço, de se estar por se pensar, numa poética da vida posta em prática através de movimentos dançados, sem registos escritos e unicamente com a palavra dita, falada e cantada e depois pela prática de se Fazer objectos zelosamente utilitários para a harmonia desse mesmo dia a dia.
Neste contínuo processo de crescimento da vida e onde a Arte se insere, a estar-saber-fazer, o outro não é lhe hostil, é que o outro é fundamental para esse valorização em apreciação, portanto a avaliação e o mérito existem numa recíproca e natural mutualidade.

Aqui não é o Entretenimento que lhe dá forma de ser, mas sim o recriar do que precisa para Ser numa colectivizante sociabilidade. Não era com o Folclore e com o Artesanato que o povo se entretinha. Folclore e Artesanato faziam parte da cultura e dos valores de um povo nesse estar-saber-fazer como a sua a mais-valia e riqueza, que com todo o cuidado foi sendo transmitida de pais para filhos e de geração em geração, servia pois e sobretudo para enriquecer a mente no estar-se ocupado enquanto Ser valorativo num Todo colectivo e social.

A Feira tem sido o museu do Povo, para apresentarem e exporem seus novos trabalhos, suas vivências e nessas feiras tinham entretenimentos ou espectáculos, e eram eles, rodeios, touradas, depois os espectáculos desportivos (o desporto quando não praticado e só assistido é um espectáculo de quem ganha ou perde) como a corrida, a luta, o futebol, no gozo ou na distracção de ver quem ganha e de que lado se deverão de pôr no ser-se o melhor, em que contendas, a tomar partido do ganhar ou do perder, em suma o entretenimento possibilita conflituosidades porque diverte-se a gozar, a hostilizar e a lucrar com o perdedor para favorecer e enaltecer o ganhador. E estes desportivos entreténs postos em prática, com a ajuda da Indústria, foram-se racionalizando eficazmente e tomando a forma actual de Lazer, como a maior das preguiças de se estar na vida, «matando o ser», ora um ora outro, há que ir para a arena, tourear, em toda a sua extensão do que é matar para se viver consumidamente…

Práticas e actividades culturais onde se insere a Arte e o Artístico, não são Lazer e portanto, também não são espectáculo. E tanto o folclore como o Artesanato são práticas culturais, por se ocuparem de uma actividade prazerosa tanto a ser assistida como participada, proveniente de um colectivo dirigido aos singulares desse mesmo colectivo social, neste caso, do povo para o povo.

Embora ocupem o tempo de uma forma descontraída, Folclore e Artesanato não são entretenimento, porque o tempo não é um passar de tempo a matá-lo ou a jogá-lo fora, mas sim no ocupar o tempo a recriar e a valorizar esse saber-fazer a estar ou a viver com ética e estética e que por inerente ao pensar e à vida, lhes era o inevitável e possível.

Assim como o ler um bom livro ou dar um passeio à beira-mar não são entretém, mas sim um ocupar de tempo pensativa ou reflexivamente, criando ou recriando. E porque num passeio à beira-mar não se vai para assistir ao gozo de ver o outro ou os outros ganharem ou perderem e isso é o que eu designo de entretenimento ou entretém a «matar» o tempo, danificando-o.

E muitos artistas foram pesquisar a procurar inspiração nessas raízes da tradição que não podem ser desvalorizadas, muito pelo contrário, porque são elas ou pelas crenças na tradição de poderes vigentes, povo que tentou resistir com arte e sem armas às essas mesmas crenças que lhe eram impostas como verdades que tentavam rejeitar, reunindo todos os esforços no estar-saber-fazer para conseguir continuar a viver condignamente.

Um concerto musical não é um espectáculo, é simplesmente um concerto, por isso nada ter a ver com o entreter, o Lazer e o Entretenimento, e porque após se sair do concerto ou de uma manifestação artístico-cultural, ter-se a sensação de se estar alimentado de uma forma espiritual e a dar possibilidade de recriar a melhor desenvolver as nossas capacidades criativas e humanas de se Ser. E porque o mesmo já não sucede com um espectáculo, porque esse exacerba uma astuta euforia na pior parte de nós a lidar e a comunicar com os outros.

Assim como não é espectáculo uma exposição, uma coreografia, um recital, uma peça de teatro, uma ópera, uma apresentação ou lançamento de um Livro… É que um espectáculo diz sempre respeito ao entretenimento no ver quando é que a fera mata o outro na arena, com os respectivos espectadores a se porem do lado do ganhador para assim se vingarem do mal que lhes tem caído em cima, a poderem gozar, escarnecer, achincalhar e humilhar com toda a legal ferocidade o outro em seus falhados perdedores. Esta repugnante forma de estar, banalizou-se de tal forma que até se ensina sub-repticiamente e com toda a obrigatória, vil e ordeira naturalidade nas instituições, nas empresas, nas famílias e nas escolas.

E após esta globalidade, com a ajuda das novas tecnologias e a fazermos delas bom uso, talvez possamos em breve, participar intensamente e com todo o respeito, num regresso às origens e às raízes a tentar encontrar o que ainda nos resta do que ficou para ser preservado, isto se ainda os que souberem como foi essa prática, vivenciada ou não e porque no terreno, outros pelos registos documentais e outros nas imensas ciências a que tal se atentem ou entendam à descoberta, como a via de ainda se SER, cuidando e protegendo do que ainda nos rodeia e não com esta forma hostil e em que competitividades e medos, sempre à espreita a olhar o outro ou os outros como meros bandidos que se têm de abater a todo o custo, antes que sejam eles a terem essa ideia.

o óbvio e a ARTE

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A Arte não se apresenta pelo que é óbvio. Arte vai para além das fronteiras de tudo o que é óbvio. Por sua vez, tudo o que é óbvio jamais está inserido no que é Arte e por isso, esta só conseguir assomar-se nas margens das impositivas regras e amarras do que lhe é óbvio.
Ao se apresentar o resultado duma obra, ela porque precisa na sua forma de se exprimir e dar continuidade a outros actos ou processos de criação, propõe-se sempre à reflexão na inerência da sua inesgotável auto-reflexão.
O que é óbvio não exorta à reflexão ou ao acto de pensar. O óbvio ou o que é óbvio em si mesmo automatiza-se sem esclarecimentos, e que por conhecer-se de antemão em todo o seu percurso de um antes num depois que lhe é requerido, confina-se a uma condição de não-comunicação.
E uma obra de arte estima-se enquanto arte se o óbvio não se verificar. A partir do momento em que o óbvio transpareça numa obra de arte, imediatamente a peça que tida de obra deixará de o ser e reduz-se assim a uma qualquer situação de não-comunicação.

Embora exista uma consequente relação do óbvio com o visível do que é dizível nos resultados das afirmativas cientificidades, a arte essa comunga antes de mais, não com a aparência do que é óbvio, mas sim na consequente relação de uma objectividade que por intuitiva tornar-se sempre subjectiva e que jamais se deixará condicionar pelo que lhe é aparentemente óbvio.

É nesse mesmo visível de uma obra do que é dizível no indizível ou nessa mesma antecipada conexão objectiva que se torna sempre subjectiva, que o óbvio não tem lugar. Indizível esse que se regozija com o espaço de um novo por devir ou de tudo aquilo que vem ou virá, num benéfico presente da criação ou do que é criativo. E não ao que é relativo ao novo da novidade e do especulativo ou seja, da novidade pela novidade a aniquilar, a tropeçar e a tornar-se mortífero em si mesmo, isto é, pela quantia ou por um muito de uma quantidade num quantificável que se esgota, se consome ou se transforma em lixo do que é consentâneo por tão repetitivo em que disputas ou competitividades, tornando-se pois, uma atroz escassez para os demais em que demasia. A arte situa-se assim, num novo que é afecto ou relativo à criação ou ao movimento do acto criativo, processo esse, que é o da verdadeira comunicação do pensamento, a dar com toda a singularidade e qualitativamente, lugar e espaço a todos por igual.

Crenças e poder - do dever em não devir

RESUMO:
A vontade humana rege-se pelo dever obrigado a ser cumprido através do poder ajuizado em crenças racionais e sociais normativas, instituídas pelos construtores dos autoritários e utilitaristas poderes, numa forma tão coerciva quanto adversa à natural existência de se ser. Dever que é feito de um território que não pára de falhar consigo mesmo, alimentando-se assim de um insuportável, maldito e indesejável ser. Ser esse, que ao continuar a existir com medo de ser condenado e na fé expectante de ser recompensado, prosseguirá social e ordeiramente num desígnio de não-ser.
E é sempre no devir do desejo e não no dever da vontade que nos situamos enquanto seres com pensar e afectos. Sempre esquecido, é ainda no devir, único trajecto não omisso, por assumir uma inegável conduta e acção não institucional e a não carecer de códigos, leis ou regras impostas, para que os homens em sua Natureza e interioridade, consigam continuar a Criar e a antecipar em toda a sua extensão o que na margem ou na excepção se lhes tem afirmado antagónico.

Palavras-chave: Arte; Filosofia; Valores.
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logo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTOAnfiteatro Nobre
22 Março 2007 – quinta-feira – 9h00 às 20h30
23 Março 2007 – sexta-feira – 9h00 às 20h00
capa do livro da 11ª MESA-REDONDA Fotografia de Joaquim Hierro (Grand Place, Bruxelas,2004)

CRENÇAS E PODER - DO DEVER EM NÃO DEVIR (doc_pdf_comunicação)

WORK IN...

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(...) O projecto ( work in progress ) de Alice Valente Alves parte ele também da vivência da cor, mas dum modo não limitado a uma experiência social e humana no tempo. Não me parece sequer que haja uma técnica que se estende a todas as cores escolhidas e representadas; julgo que se pode dizer que cada uma delas resulta (resultou) de sensações e sentimentos que conduzem à cor, e esta à forma e à textura. Comum a todas elas é talvez o predomínio do orgânico, não exactamente como forma de um conteúdo (pois os conteúdos formalizados nunca serviram outra coisa senão as diversas técnicas), mas como padrão. E porque neste projecto a própria escolha das cores (vermelho, castanho-terra, cor de pele, agridoce do laranja-lima) assim está orientada. (…)
 

CORPOtraçoCORPO, apesar desta aparente simplicidade (que se calhar é só minha), tem múltiplos sentidos. É Cor,Corpo, Texto/Textura, e outras relações combinatórias e derivadas, que cada um é livre de realizar. Nas realizações que assim forem feitas encontrará o embate luz-sombra que, segundo Goethe, é a origem de todas as cores ("Os olhos não vêem formas, mas luz transporta em cor").
São nove as fases deste projecto, onde "nove", tal como na Vita Nuova de Dante, se associa ao "novo", por paronomásia. Ao fim de dois terços do projecto, creio que já estamos em condições de considerar que ele é uma forma magnífica de responder ao desiderato de Raoul Dufy: "Precisamos na pintura de algo mais do que apenas a satisfação de ver.

ALBERTO PIMENTA (Poeta, Ensaísta e Professor)




Na fotografia:
Obra nº 1 do projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE ALVES 
título: «no tempo» - ano: 2003 - Díptico - 130x81 cm
 
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...Quando fui pela primeira vez a Esposende, achei que sucedia alguma coisa de solene; como um rito. Era em Julho... (…)
O Verão é de todos. É uma festa fácil... Mas o Inverno desta vila – diga-se com digna beatitude – é um tempo de mais apego à natureza...... Um entendimento entre o Mar e a gente, entre o silêncio e a gente...


A vida é feita num qualquer lugar, porque na realidade,
o lugar da vida, é a vida enquanto arte, transportada num olhar das imagens do lugar, para o eterno e imaginário real.

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