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O artista e a dignidade humana
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BONSAI - Exposição na UBI
Excerto do texto «WABI SABI: O sentimento estético japonês» de MÁRCIO MERUJE
(Estudante de Mestrado de Filosofia da UBI)
Exposição BONSAI de MÁRCIO MERUJE
BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR
SUGESTÃO:
Visita ao link do Clube Bonsai Sintra
Festival TEMPS D'IMAGES - 10 a 15 Dezembro 2007
Quatro anos depois da sua primeira edição “o cinema à volta de cinco artes cinco artes à volta do cinema”, realizada em conjunto com a Cinemateca Portuguesa em 2003, o cinema regressa ao Temps d'Images para evocar as relações desta arte com as outras artes.
Em 2007 é sob o ângulo da coreografia que esta programação será abordada sem recorrer ao tipo de comédia musical, a fim de melhor dar a ver como a coreografia pode estar presente no cinema sem que seja necessário tratar-se de um filme de dança.
O que se procura mostrar é uma coreografia cinematográfica que joga com o movimento (ou a imobilidade) dos corpos, com os ritmos, as deslocações no espaço (quer se trate de um quarto, de uma cidade ou de grandes espaços abertos...), o seu abrandamento ou aceleração ou ainda a coreografia da própria câmara.
Serão apresentados neste contexto filmes de longa e de curta metragem, que se irão cruzar e dialogar com filmes experimentais de todas as épocas. Trata-se de uma programação esboço, em 13 sessões, que procura olhar o cinema pelo interior e abrir algumas pistas sobre o tema do cinema como coreografia.
Estarão presentes nas sessões para animar um diálogo entre todos os participantes e os espectadores, e também com realizadores e coreógrafos portugueses, Jean-
Esta programação é coordenada por Pierre-Marie Goulet e
Um catálogo que inclui textos inéditos de todos os participantes acompanha este Ciclo.
CINEMATECA PORTUGUESA
- MUSEU DO CINEMA -
Rua Barata Salgueiro, 39 1269-059 Lisboa
Transportes: Metro
Bus: 2, 9, 36, 44, 45, 90, 91, 732, 746
Informação diária sobre a programação: Tel. 21 359 62 66
Horário da bilheteira: De Segunda a Sábado, 14:30 - 15:30 e 18:00 - 22:00
A ARTE no tradicional do FOLCLORE e do ARTESANATO
o óbvio e a ARTE
Ao se apresentar o resultado duma obra, ela porque precisa na sua forma de se exprimir e dar continuidade a outros actos ou processos de criação, propõe-se sempre à reflexão na inerência da sua inesgotável auto-reflexão.
O que é óbvio não exorta à reflexão ou ao acto de pensar. O óbvio ou o que é óbvio em si mesmo automatiza-se sem esclarecimentos, e que por conhecer-se de antemão em todo o seu percurso de um antes num depois que lhe é requerido, confina-se a uma condição de não-comunicação.
E uma obra de arte estima-se enquanto arte se o óbvio não se verificar. A partir do momento em que o óbvio transpareça numa obra de arte, imediatamente a peça que tida de obra deixará de o ser e reduz-se assim a uma qualquer situação de não-comunicação.
o que é arte?
Crenças e poder - do dever em não devir
Palavras-chave: Arte; Filosofia; Valores.
23 Março 2007 – sexta-feira – 9h00 às 20h00
WORK IN...
(...) O projecto ( work in progress ) de Alice Valente Alves parte ele também da vivência da cor, mas dum modo não limitado a uma experiência social e humana no tempo. Não me parece sequer que haja uma técnica que se estende a todas as cores escolhidas e representadas; julgo que se pode dizer que cada uma delas resulta (resultou) de sensações e sentimentos que conduzem à cor, e esta à forma e à textura. Comum a todas elas é talvez o predomínio do orgânico, não exactamente como forma de um conteúdo (pois os conteúdos formalizados nunca serviram outra coisa senão as diversas técnicas), mas como padrão. E porque neste projecto a própria escolha das cores (vermelho, castanho-terra, cor de pele, agridoce do laranja-lima) assim está orientada. (…)
CORPOtraçoCORPO, apesar desta aparente simplicidade (que se calhar é só minha), tem múltiplos sentidos. É Cor,Corpo, Texto/Textura, e outras relações combinatórias e derivadas, que cada um é livre de realizar. Nas realizações que assim forem feitas encontrará o embate luz-sombra que, segundo Goethe, é a origem de todas as cores ("Os olhos não vêem formas, mas luz transporta em cor").
São nove as fases deste projecto, onde "nove", tal como na Vita Nuova de Dante, se associa ao "novo", por paronomásia. Ao fim de dois terços do projecto, creio que já estamos em condições de considerar que ele é uma forma magnífica de responder ao desiderato de Raoul Dufy: "Precisamos na pintura de algo mais do que apenas a satisfação de ver.
ALBERTO PIMENTA (Poeta, Ensaísta e Professor)
Obra nº 1 do projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE ALVES
título: «no tempo» - ano: 2003 - Díptico - 130x81 cm
...Quando fui pela primeira vez a Esposende, achei que sucedia alguma coisa de solene; como um rito. Era em Julho... (…)
A vida é feita num qualquer lugar, porque na realidade,
o lugar da vida, é a vida enquanto arte, transportada num olhar das imagens do lugar, para o eterno e imaginário real.




![[uma imagem nunca está só]](https://imagemns.files.wordpress.com/2015/12/imagem_ns1_151227_img_4488.jpg)