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a árvore ao jardim

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Alice Valente Alves em ENTREVISTA na Antena-2

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http://link

ENTREVISTA  de Luís Caetano 
a
ALICE  VALENTE  ALVES
 no Programa «A Força das Coisas» da Rádio Antena-2 

(nov.2005)


Alice Valente Alves na "Revista Letras com Vida"



No terceiro número da REVISTA LETRAS COM VIDA,
a artista plástica em destaque é ALICE VALENTE ALVES


Dia 3 de OUTUBRO de 2011 
(2ª feira) às 
18h30

no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa,
lançamento do 3º número da «Revista Letras com Vida»


CAPA nº 3 da «Revista Letras com Vida» (para ampliar clique na imagem) 
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MAIS INFORMAÇÃO:  .http://alicevalente.wordpress.com/corpotracocorpo/2011_nora/
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O dever de suicídio

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pormenor da obra nº 37 – «o pensar» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005 
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE | traço (cor): laranja-lima
(...)
A não ser possível um povo gerir os seus afectos e a sua forma de se manifestar artisticamente é um povo sem futuro, é um povo ou sociedade suicida.
E o suicídio em suicidas é a morte anunciada e vindoura do colectivo, sem singulares. Um suicídio colectivo é, sem precedentes, uma morte ao alcance de todos, dos excluídos tanto ricos como pobres, dos oprimidos, dos falhados, dos comprometidos. É que estamos neste momento a assistir a comportamentos sociais, familiares, institucionais, por tanto sofrimento infligido, já similar aos campos de concentração nazi. Existe uma realidade para os excluídos da face da Terra pelo Homem que instituiu tão monstruosas regras em crenças e poder do dever em não devir, que o suicídio será em breve a maior prova de coragem do ser, que não se suporta mais nestas condições de escravatura cativa. Essa compreensão para os ditos fracos e ou excluídos em toda a extensão do humanitário por não aceitarem compactuar com tanto mal, infortúnio e dor, tornar-se-á em nossa contemporaneidade, o ponto mais forte da dita coragem da dignidade em não-ser.
(...)


  Comunicação proferida em 2005 na Faculdade de Letras da UNIVERSIDADE DO PORTO



Ao 'verde' de um Encontro

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Ao verde

Às árvores

Às raízes

Às margens

Às sombras

À noite e ao reflexo

À luz de um dia...

E grata estou, pelo diálogo e Encontro, que se tornou possível com todos os que conseguiram estar presentes  no dia 5 de Março de 2011 no Clube Literário do Porto. Com um enorme abraço.

ENCONTRO: «CORPO...traço.verde» no Clube Literário do Porto

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DATA: Dia 5 de Março 2011 | Sábado | das 17h00 às 19h30

LOCAL: Auditório do Clube Literário Porto – Rua da Alfândega, 22 – Porto
  • Neste ENCONTRO, a autora, Alice Valente Alves, fará a apresentação do CORPOtraçoCORPO através da projecção das 72 obras em díptico nas 8 das nove cores do projecto, realizadas e apresentadas até ao momento, e de seguida irá falar sobre a cor e as 9 obras do traço.verde que estiveram expostas em 2010 no edifício da Estação Biológica do Garducho.
  • Contamos com a presença de Bernardino Guimarães, Jornalista e Activista Ambiental, que se pronunciará sobre o verde e a humanização.
  • No final, será aberto o diálogo com todos os presentes.

O “traço:verde” – 8ª cor das nove cores do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» … firma-se na relação tão enérgica quanto intrínseca do Homem com o verde, ‘verde’ das plantas, vegetais e árvores, em verde esse que necessitamos de articular, de moldar, de cultivar, de cuidar, de preservar, de uma forma tão natural quanto imprescindível ao melodioso Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.




*
CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar que teve início no ano de 2003 e que articula poesia com pintura, assinadas pela mesma artista. O projecto pictórico final integra 9 séries de pintura, cada qual, subordinada a uma cor com 9 telas em díptico. Após as 9 séries expostas, está previsto uma EXPOSIÇÃO FINAL com a presença das 81 OBRAS aquando do Lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto e que irá conter 81 poemas ilustrados com as 81 obras e, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.
O traço: vermelho estreou-se como a cor primeira e Vital na assinatura do CORPOtraçoCORPO.
O traço: castanho-terra surgiu como a segunda cor do Movimento do projecto…
O traço: água-azul-céu, 3ª e 4ª cor, duas cores conjuntas criadas na horizontalidade… os dois azuis (azul-céu e o azul-água) e em sua Força a espelharam-se numa única cor…
O traço: laranja-lima, 5ª e 6ª cor, mais duas cores conjuntas em que os 9 dipticos do traço laranja e os 9 dipticos do traço limão apresentados na verticalidade, lado a lado, Alimento-vida, referenciam a importância do alimento da vida com o alimento na vida, doce e ácido, respectivamente na cor da laranja e na cor do limão.
O traço: verde-oliva, a 7ª cor, com 9 dipticos apresentados na verticalidade, a caracterizar este traço e em sua cor, no advir  de uma Verdade precisa.
O  traço: verde, a 8ª cor, com 9 dípticos apresentados na horizontalidade, firmam-se na relação de Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.

E o traço: cor de pele encerrará o ciclo das 9 cores.


Sobre o Projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» : 
http://alicevalente.wordpress.com/corpotracocorpo/



clube

30 JAN 2011 - ENCONTRO com a poesia e a pintura em CORPOtraçoCORPO...

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Esta Exposição de Pintura que inaugurou no dia 8 de Janeiro de 2011 na Sala da Nora em Castelo Branco, consta de 18 das 72 obras em díptico nas oito das 9 cores  já realizadas e apresentadas até ao momento do projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura»  de Alice Valente. 


Horário da Exposição: de Terça a Domingo - das 14h às 19h00



Vídeo de reportagem realizada pela «Localvisão TV» no dia 8 Janeiro 2011:
(clique na imagem para ver)



E no Encerramento, dia 30 de Janeiro de 2011 das 18h às 20h estão todos convidados para o «ENCONTRO sobre a poesia e a pintura em CORPOtraçoCORPO» que irá ocorrer com a presença da autora e aberto ao diálogo com todos os presentes.


Decrescimento económico «previsível»

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Crise por transformação - Decrescimento económico «previsível»
 
(...)
o PIB não valoriza o que não se encontra no mercado, como o trabalho doméstico não pago e o trabalho voluntário. Uma sociedade rica em «bens e serviços relacionais» teria um PIB mais baixo do que uma (impossível) sociedade na qual as relações pessoais fossem exclusivamente mediadas pelo mercado.
(...)
Os aumentos de produtividade não são correctamente medidos. Se há substituição de energia humana por máquinas, o preço da energia toma ou não em conta o esgotamento de recursos e as externalidades negativas? Sabemos que não.
 
Mais ainda, deveríamos separar o direito a receber uma remuneração do facto de ter um emprego. Essa separação já existe em muitos casos (crianças e jovens, pensionistas, pessoas que recebem subsídio de desemprego), mas deveria ser ampliada. Temos que redefinir o que significa «emprego», tendo em conta os serviços domésticos não pagos e o sector voluntário, e temos que introduzir ou ampliar a cobertura de um Rendimento Base ou Rendimento do Cidadão universal.
Outra objecção surge. Quem pagará a montanha de dívidas, hipotecas e outras dívidas se a economia não crescer? A resposta tem que ser: ninguém vai pagar. Não podemos forçar a economia a crescer à taxa do juro composto segundo a qual as dívidas se acumulam. O sistema financeiro tem que ter regras diferentes das actuais. Nos Estados Unidos e na Europa o que é novo não é, pois, o keynesianismo ou mesmo o keynesianismo verde. O que é novo é um crescente movimento social a favor do decrescimento sustentável. A crise abre oportunidades a novas instituições e hábitos sociais.

(...)
Os banqueiros parecem ter pensado que o crescimento económico continuaria e aumentaria o valor das casas que estavam hipotecadas. Fizeram «pacotes» com as hipotecas e venderam-nos a outros bancos que os venderam ou tentaram vender a investidores inocentes. A explosão na construção de casas terminou em 2008. A indústria privada da construção quase parou em alguns países.
(...)
No entanto, os apóstolos do crescimento não estão dispostos a utilizar a crise actual de modo a deslocar a economia para um padrão tecnológico e de consumo diferente. Pelo contrário, arranjam razões para pensar que as vendas de carros continuarão fortes porque, se bem que os Estados Unidos tenham cerca de um carro por cada pessoa em idade de dirigir, a China tem menos de três carros por cada 100 pessoas e a Índia menos ainda. 

(...)
... Ao longo de vinte anos, a palavra de ordem ortodoxa foi Desenvolvimento Sustentável (Relatório Brundtland, 1987), que significava crescimento económico que fosse ecologicamente sustentável. Sabemos contudo que o crescimento económico não era ambientalmente sustentável.

A discussão sobre o decrescimento (francês: décroissance), iniciada por Nicholas Georgescu-Roegen há trinta anos, é agora assunto de debate nos países ricos porque «la décroissance est arrivée» (o decrescimento chegou). É agora o momento de substituir o PIB por indicadores sociais e ambientais a nível macroeconómico e de gizar projectos rumo a uma transição socioecológica segundo o comportamento desses indicadores. A transição exige uma reforma das instituições sociais (para enfrentar o desemprego) e também uma reforma das instituições financeiras para impedir que o nível financeiro da economia cresça sem referência às realidades físicas subjacentes. A venda imaginativa de derivados («produtos» financeiros) e a existência de actividade bancária offshore não regulada produziram um grande choque na opinião pública.
(...) 
Os movimentos internacionais a favor da justiça anbiental têm por objectivo uma economia que satisfaça de modo sustentável as necessidades de alimentos, saúde, educação e habitação para todos, proporcionando a máxima "joie de vivre" (alegria de viver) possível.
(...)


Traduzido por JOSÉ CARLOS MARQUES

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«previsível»

Díptico nº 68 – «previsível» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2010 | (cor) Traço:Verde
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE ALVES

Exposição na Estação Biológica do Garducho


MAIS INFORMAÇÃO:
http://alicevalente.wordpress.com/corpotracocorpo/2010_garducho/

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"Traço. verde" e as Escolas de Mourão

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«Palavra em traço verde» - É o título do Programa interdisciplinar que se irá realizar a ser desenvolvido em várias fases com os Professores e Alunos das disciplinas de Educação Visual, Língua Portuguesa e Ciências da Natureza do Agrupamento de Escolas de Mourão conjuntamente com a EBG - Estação Biológica do Garducho e o projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de Alice Valente.

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO (clique na imagem para ampliar) :





CARLA JANEIRO - Presidente do CEAI 
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O traço:verde, a 8ª das nove cores do projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» com 9 obras em díptico apresentadas na horizontalidade, ir-se-á firmar na relação tão enérgica quanto intrínseca do Homem com o verde, 'verde' das plantas, vegetais e árvores, em verde esse que necessitamos de articular, de moldar, de cultivar, de preservar, de uma forma tão natural quanto imprescindível ao melodioso Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.

 



Pensamento «territorial»

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Obra (em díptico) nº 67 – «territorial» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2010
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» | (cor) Traço:Verde
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Pensamento «territorial»

Cresce-se e morre-se a pensar no território, a pensar num espaço onde se possa dominar, onde se possa parcelar a estar, e dizer, mesmo que temporariamente, quem manda aqui sou eu. Toda a parte prática da vida, ou de dita racional, é pensada ao nível do territorial, vive-se e trabalha-se para se ter coisas, coisas territoriais, terras,  quintas, casas com criados, ou coisas onde mais ninguém possa intervir e usar a não ser quem as adquire e que é pois, seu dono, e em carros, casas, livros, computadores, telemóveis, roupas, objectos e em mais mais coisas, muitas coisas... E a Terra, sim a terra essa, que sempre foi sendo dividida em muitos territórios, embora de uma terra que é indivisa, e que daqui não se sai para lado nenhum, e que até nos come, e que ainda assim, lá se vai querendo que seja partida em mil pedaços, tidas de nações, países, estados, condados, reinados, impérios, colónias, províncias, quintas, herdades herdadas, e que por fim é tornada a divisa de uma divisão  entre uns e outros. Pois, há um divisível que se quer indiviso por leis e ademais conceitos, e assim é, porque assim se pensa como tal. E invadidos e invasores, em vidas por dinheiro e trabalho, eis a guerra que se nos tem sido definida como viver.
Mas o ser humano não precisa desse territorial pensado, precisa sim e primeiro que tudo, pensar em viver por totalidade enquanto pensamento que se articula harmoniosamente com o global, e existe efectivamente uma totalidade intemporal que não precisa de espaço territorial, e que por 'sentires' é por si e em si mesmo, distante de qualquer parcelar ideia do que é territorial. É que o ser pensante que se articula com a vida através da dimensão artística, da ética e da estética ou da poética da vida, e que se 'transporta' por esses meios através da  criação, da música, da pintura, do desenho... ou de um entendimento com o enriquecimento interior, não carece de território para se completar. 
Somos o que somos nesta realidade de um viver por territorialidade, mas e a outra realidade em decrescimento previsível, porque é que ainda não é possível pensar-se em vivenciá-la por inteiro?

Asas em ventos de um tempo por verde

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"Traço:Verde"
 

- Em breve a informação do local e evento de Apresentação, Exposição e Actividades para este ano de 2010 -




VERDADE

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Sobre o que é  a “verdade”, é preciso fazer a distinção e em seu significado,  exactamente porque se confunde “verdade” com “opinião” e por isso muitas vezes se ouve dizer que «as verdades únicas não existem» ou «a cada um a sua verdade». É que nestas frases que habitualmente ouvimos, a verdade tornou-se múltipla, e deixou de existir a intenção de procurar a verdade, e porque ela é já e vulgarmente aceite por verdades, verdades essas de quem opina às tais verdades (razões ou opiniões) pretendidas.

Sobre a «Verdade» ESPINOSA afirma, no seu Tratado Teológico-Político que:
Quem tem uma ideia verdadeira sabe simultaneamente que ela é verdadeira e não pode duvidar da verdade do seu conhecimento.
Aqui não se trata só da verdade por descoberta e que só diz respeito às ciências exactas, mas a dar-se valor à verdade por dignidade humana, e em verdade essa que nos mantém confiantes todos os dias, como num acreditar de algo que sabemos que vem, em devir por Verdade ou por uma Verdade que no fundo, é una e indivisível.

E a fazer assim a distinção, a «verdade» enquanto verdade universal, é inalterável e não se devendo pois, confundir com as contingentes opiniões humanas. É que aquilo que é verdade agora, sê-lo-á para todos e em qualquer circunstância: hoje, amanhã e sempre. Agora querer-se afirmar como arrogadas verdades, que «a cada um a sua verdade» é já e em si mesmo, uma "falsa verdade", embora podendo sim ser aceite, mas nas tais de “verdades”  enquanto “opinião”.
Existe assim, uma “verdade única” e é sobre essa Verdade que no Traço:verde-oliva, a 7ª das nove cores do meu projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» faço referência, e em que para além das características da cor e em seu projecto, procurei caracterizar este traço e em sua cor, no advir de uma Verdade precisa.




pormenor da obra nº 55 – «luzente» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2008
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de Alice Valente
| traço (cor): Verde-oliva





de que querer

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Eu não sei o que quero, 
mas sei o que não quero.
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Obra nº 7 - «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE

«querer de que poder»

 Obra nº 7 – «querer de que poder» |óleo sobre tela | Díptico | 81x130cm | 2003
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE
| traço (cor):Vermelho



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Ensaio: «A CONSCIENTE NEGLIGÊNCIA DO CORPO»


Dentro e fora da Galeria Fernando Pessoa, a poesia

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Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE

Da janela da Galeria do Centro Nacional de Cultura no Chiado em Lisboa, avista-se a árvore de Natal no Largo do Teatro de São Carlos em fotografia que tirei após a desmontagem da Exposição na passada Sexta-feira.

Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE


E dentro da Galeria, entre 11 de Novembro a 11 de Dezembro de 2009, foi esta a panorâmica da Exposição de 15 das 63 obras nas 7 das nove cores já realizadas até ao momento, do meu projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura».

E são estas imagens que vos ofereço, com o desejo de umas Festas em Paz e com muito carinho.


Até dia 11 de Dezembro na Galeria Fernando Pessoa do CNC

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Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE


«luzente»

pormenor da obra nº 55 – «luzente» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2008
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de Alice Valente
| traço (cor): Verde-oliva

A Exposição do CORPOtraçoCORPO está patente na Galeria Fernando Pessoa no CENTRO NACIONAL DE CULTURA até dia 11 de Dezembro de 2009, de Segunda a Sexta, das 15h às 18h.
Contamos consigo!


Deparámo-nos assim!

...
Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE


«de que vontade»

pormenor da obra nº 50 – «de que vontade» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de Alice Valente
| traço (cor): Laranja-Lima

A Exposição do CORPOtraçoCORPO está patente na Galeria Fernando Pessoa no CENTRO NACIONAL DE CULTURA até dia 11 de Dezembro de 2009, de Segunda a Sexta, das 15h às 18h.
Nota: A Galeria (devido aos feriados) encontra-se encerrada nos dias 30 de Novembro e 1, 7 e 8 de Dezembro 2009. Contamos consigo!


27 NOV 2009 - ENCONTRO sobre «Criação Artística»

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Pormenor da obra nº37 – «o pensar» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005



Dia 27 Novembro 2009 | Sexta | das 15h às 18h | CENTRO NACIONAL CULTURA


O ENCONTRO com o tema: «CRIAÇÃO ARTÍSTICA» contará com a presença:
  • Guilherme D’ Oliveira Martins – Presidente do Centro Nacional de Cultura
  • Annabela Rita – Presidente do CLEPUL – Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa das Universidades de Lisboa
  • José Pedro Fernandes – Professor de Estética e Cultura Visual
  • Carlos Araújo Alves – Gestor Executivo graduado pela Business School de Barcelona e Investigador em Gestão Cultural.
  • Alfredo Oliveira – Eng. e Investigador em Física e Cosmologia
  • José Rodrigues dos Santos – Antropólogo e Investigador no CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, Universidade de Évora
  • Amílcar Vasques-Dias – Compositor e Professor na Universidade de Évora
  • Alice Valente Alves - Autora de projectos da Imagem - Poesia, Pintura e Fotografia - no âmbito da Criação Artística.



O local do ENCONTRO do dia 27 será no local da EXPOSIÇÃO, na Galeria Fernando Pessoa do CENTRO NACIONAL DE CULTURA. E a entrada para a EXPOSIÇÃO e para o ENCONTRO far-se-á ou pela Rua António Maria Cardoso, nº 68 ou pelo Largo do Picadeiro, nº 10 - 1º (ao lado do «Café no Chiado») em Lisboa.

A EXPOSIÇÃO do CORPOtraçoCORPO irá decorrer até 11 Dezembro de 2009, de Segunda a Sexta das 15h às 18h.

Contamos consigo!

E ainda «a consciente negligência do corpo»

...
(...)

Mas a vida vai dando lugar a outra ou muitas outras vidas, que nos mostram ainda pelos poucos que pensam, mas bem, no modo exemplar e digno, numa demonstração saudável e positiva, de que ainda é possível viver, com a força, numa energia ou até talvez, numa fórmula matemática que faz e desfaz tudo aquilo que é encaminhado e realizado através de pensamentos nocivos. Por isso todas as anteriores civilizações desapareceram, precisamente porque o mal se sobrepôs ao bem. É que o «poder» tenderá sempre a utilizar o mal como necessário, numa contínua, alarmante e repetitiva trajectória de má conduta, até à inevitável e esperada demolição.

Mas sabendo que tudo está assim tão mal, ainda assim conseguimos viver uns com os outros, às vezes bem mal é certo! Mas porquê?
O nosso Corpo como um Todo só será válido na sua totalidade com o Sentir e com o Pensar, quanto maior for a sua capacidade para contribuir com esse mesmo Pensar a Criar e a Cuidar.... Somos assim... seres de cuidado e de atenção porque criamos a comunicar primeiro com um Corpo indivisível, através de desejos indissociáveis do intuir em pensamento e alma ...
E a comunicação será tanto mais eficaz quanto as diferentes formas desse mesmo pensar da aprendizagem escolástica ou obrigatória estiverem associadas a uma livre aprendizagem, autodidacta, no intuir, numa procura constante da perfeição a preservar tudo o que nos rodeia...
(...)

Excertos do Ensaio «A CONSCIENTE NEGLIGÊNCIA DO CORPO»
Comunicação proferida em 2005 na Faculdade de Letras da UNIVERSIDADE DO PORTO

CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura de ALICE VALENTE

à esquerda: nº41 – «o desejar» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» | traço (cor): Laranja-Lima
à direita: nº 50 – «de que vontade» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura»
| traço (cor): Laranja-Lima


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