Sobre_ ALI_SE
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a árvore ao jardim

Traço: verde-oliva na UBI até 29 Junho 2008

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Até 29 de JUNHO de 2008
EXPOSIÇÃO de PINTURA das 9 Obras em díptico do
traço(cor):verde-oliva, a 7ª cor das nove cores do projecto
«CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de Alice Valente

LOCAL:
Museu de Lanifícios da UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR
Rua Marquês D' Ávila e Bolama - COVILHÃ
HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO: Terça a Domingo das 9h30-12h00 e das 14h30-18h00


VISITAS GUIADAS

INFORMAÇÃO E PROGRAMAÇÃO
clicar >>> em www.e-cultura.pt


QUERO LÁ SABER

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- Estado mental do mundo:

[Os que estão bem no quero lá saber para os que estão mal] – os privilegiados
[Os que estão mal no quero lá saber para os que estão bem] – os obrigados

O quero lá saber é uma forma ou modelo de relacionamento social, subjectivamente institucionalizado na nossa contemporaneidade. Todas as pessoas estão-se marimbando umas para as outras. Ignora-se e é-se ignorado, em prol de que inteligente ignorância, a ignorar-se o que não podemos nem deveríamos de ignorar. Mas eis que esta, é já a fórmula mais taxativamente delegada pelos exemplares responsáveis no deixa andar, deixa acontecer, deixa estragar… não faz mal! Num QUERO LÁ SABER e depois logo se verá!

E existem responsáveis por tudo isto
E existem instituições
E existem estados
E existem governos
E existem políticas
E economias
E seitas
E empresas…

Mas o que é que estão a fazer estes grupos dos que fazem e fabricam este mesmo estar do QUERO LÁ SABER ? ? ?
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Institucionalizaram esse mesmo quero lá saber ! ! !

E todo este quero lá saber, generalizou-se por completo numa caricata generosidade dos privilegiados aos obrigados.
E nestas formas de mandar e de ordenar em estilos de dizer, escrever ou falar, e depois de viver, oiça e analise o que por aí se vai afirmando, publicamente:
O político;
O professor;
O economista;
O empresário;
O jornalista…

E embora de uma afeita cordialidade, é de uma enorme crueldade este QUERO LÁ SABER, tomado como um novo modo de estar, de mandar e de fazer, levado a um derradeiro e obrigatório quero lá saber.

É a nova e psicológica moda do quero lá saber, eu estou mais ou menos, eu sobrevivo, ah e depois há quem esteja pior que eu, e vá de se viver neste quero lá saber.

Se ao político, ao professor, ao economista, ao religioso, ao empresário, ao jornalista, ao mercador, ou a todo aquele que ganha, que delega ou que compra sem mais preocupações e ainda que tenha muito ou pouco dinheiro para conseguir viver nesta atroz sobrevivência, e a estragar ou não, no muito ou pouco de deitar ao lixo o que é a carência de muitos outros. E se a todos estes, um dia e num só e único dia, lhes faltar o pão e a comida para a boca, quero ver se continuarão a usar esta forma de se alimentarem numa relação com o mundo e com as pessoas neste doentio estado de um QUERO LÁ SABER.

OS ERROS DO JORNALISMO

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O Jornalismo vendeu-se à publicidade

Sempre achei dispensável as publicidades forçosas de produtos que não abonam ao bem estar de uma sociedade em geral. E cada vez existem mais produtos que nada interessam serem transaccionados e consumidos. E porque serão esses mesmos, que acabam por ser os mais publicitados?
É que os jornais ou as empresas jornalísticas e em seus profissionais que por fascinados com a negociável imagem manipulável de produtos e coisas, venderam-se completamente à publicidade e em seu mortífero deslumbramento.
E eis ao que já estamos a assistir, os jornais ou as empresas e em seus profissionais jornalísticos desviaram-se definitivamente dessa primeira das suas funções, o de dar a notícia em primeira mão e em prol de uma verdade e de um bem humanitário ou comunitário e a transformaram-se numa qualquer inversa situação. Em que neste momento, os jornais foram já convertidos à oferta da notícia enquanto notícia, por uma qualquer publicidade que os garanta vivos num novo tipo de subserviência e sobrevivência do insustentável. E ao que se assiste, é a publicidade que usa os jornais e a notícia, em que o jornal em si, deixou de dar notícia como a sua mais-valia, a dar-se em primeira lugar à publicidade e a colocar o fundamento da notícia para um segundo e subalterno plano, deixando assim ater a notícia ao que a publicidade lhe possa dar num mísero valor.
E já todos os jornais, revistas, editoras, etc… estão por aí assim, a subalternizarem-se a algo ou à publicidade que não os tem favorecido em nada e porque jamais os poderá vir a favorecer.
Agora pergunto eu, como é possível estar-se a assistir a toneladas de papel deixados ao lixo todos os dias, em inúmeros jornais grátis que estão a ser entregues às entradas dos metropolitanos das cidades? São ridículas as pessoas que com toda a desenvoltura, pegam nesses jornais grátis, os lêem com toda a altivez a tentarem mostrar que estão a aprender alguma coisinha e ao terminarem a sua viagem é de seguida deitado ao lixo. É impressionante como isto pode ser permitido!
É que essas notícias são igualmente fabricadas da mesma forma que o são as suas publicidades.
Claro está que esta forma um tanto ou quanto anormal de se comunicarmos entre culturas, através da notícia e do jornalismo, teria inevitavelmente de surgir em outras novas formas de nos vermos com a notícia a ser dada com toda a verdade, e por isso o ressurgimento de blogues e da blogosfera numa nova forma de se dar a notícia e em sua divulgação com toda a seriedade que merece.
É que divulgar não é o mesmo que publicitar.
Divulgar é dar a conhecer algo que foi feito, que está a ser feito ou que irá ser feito e publicitar é o forçar essa divulgação a alterar-lhe o seu verdadeiro sentido através de estratégias, marketings e em suas agências publicitárias, a tentar favorecer uns no desfavorecimento de outros tantos, é pois e em suma, este um dos grandes males das leis do mercado.
Tenho ainda a dizer que a publicidade aí está e também na net, e a tentar agarrar-se com unhas e dentes à blogosfera, aos blogues, e aos vícios jornalísticos de certos blogues de jornalistas, de se verem com muitas vendas e em suas audiências, a pensarem que a vida, se faz numa inaudível concentração de carneiradas obedientes às leis vigentes e a vendermo-nos por um tudo e nada, a tudo e a todos, o mais possível.
A blogosfera para além das muitas formas de comunicação e dos seus intervenientes e em sua divulgação tem vindo a dar espaço a que livremente por aqui se circule sem imposições de nos termos de vender forçosamente àquilo com que não nos identificamos. E é precisamente nesse estar, onde muitos de nós nos situamos e que por aqui nos vamos encontrando.
Eu por exemplo jamais daria a possibilidade de estar a permitir que se publicitasse neste meu espaço, coisas e produtos que serão de algum ruído tanto para mim como para todos aqueles que me possam visitar.
E por isso considero que a net, a blogosfera e os blogues, em toda essa interacção e comunicação, têm vindo a dar a possibilidade de sermos mais autênticos e cada vez mais interventivos, e que só assim numa participação e intervenção activa de cada um de nós, poderão surgir novas soluções para os graves problemas da nossa actualidade.

Blogues, BLOGOSFERA e Jornalismo

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Sobre programa «aqui e agora» da SIC do dia 29 Maio e que acabei por ver hoje na net (aqui).

LEGISLAR-SE contra quem diz mal em prol duns quantos malandrões que bem estão.

É isso mesmo! Legislar-se, legislar-se em leis e mais leis em defesa de uns quantos que bem estão, a fazerem a folha aos que mal estão. É assim a forma de se fazer mais e pobreza e em que legalista exclusão social…
É pois sobre a net, a blogosfera, os blogues, que se quer legislar, que se quer fazer calar, e tudo se inventa e tudo se diz pelos media, ou pelo que bem estão. E os programas em canais televisivos quando toca à blogosfera, só se diz barbaridades e a tendência é de difamar e caluniar, isto está-se a tornar grave!
Programas televisivos maus, muito ruins mesmo, que nada acrescentam, ao que de bem, a blogosfera tem feito em prol da verdade, da notícia verdadeira e da cultura.
E os que temem a blogosfera, são os que estão numa posição contrária, nessa posição contrária de quem nada tem feito em prol dos que mal estão, muito simplesmente ignoram os que estão mal e que é uma sociedade e um país em geral, a tratarem mal essa mesma sociedade e numa arrogância que mete dó.
E depois estão à espera de quê ? Que sejam bem tratados pela blogosfera, porque são arrogantes e prepotentes e têm poder e as leis do seu lado e por isso, querem ser respeitados com esse poderzinho? A blogosfera ou o povo, ou a sociedade em geral, ou os que pensam e têm alguma lucidez, querem lá saber dessas vaidades de «gente» cordialmente mentirosa!
E o mais simples para os que bem protegidos estão, é refugiarem-se em leis e mais leis, e é toca de legislar ainda mais, mais e mais, a acabar com a blogosfera ou com tudo e com todos os que lhes possam fazer afronta e pôr só, só a escrever por aí e na blogosfera também, os tais profissionais jornalísticos, tão desinteressantes e porque quase todos comprados e vendidos ao poder e às empresas e em que legalidade(s), é fácil, simples, barato e tão sem objectivos humanitários e porque jornalistas estes, tão distantes estão de um saber e em sua cultura!
Considero que a maior parte da blogosfera está a ser regida por um valor ético e porque surge naturalmente da parte de quem escreve, essa ética. E uma ética que não está a precisar de leis. E porque a verdadeira ética ou os valores éticos, nunca precisaram de leis, fazem parte da essência de se ser humano, agora os valores morais, esses sub-repticiamente tentam confundir a verdade e sempre precisaram e precisarão de leis.
Agora que queiram vir calar quem escreve, jornalistas ou não, e a quem diz a verdade e até sem ganhar dinheiro com isso, e que até está a fazer um bem social e humanitário, papel esse que deveriam ser todos os jornalistas a fazê-lo, é de lamentar!
Todos sabemos que os jornalistas e os media acabam por estar envergonhados por a maior parte, não estar a cumprir o seu papel de agentes e profissionais a bem e em prol de uma cultura humanitária. Simplesmente entraram numa moda de olharem para seus umbigos a quererem ser isto, e mais isto e mais aquilo em livros e mais escritos para serem famosos à custa de uma profissão que acabam por não a conseguirem dignificar e até levianamente estão mas é a denegri-la.
Mas o mal continua e se os que pensam que assim podem continuar, jornalistas, jornais, empresas e media, a excluir mais, mais e mais, talvez se enganem, é que esse bem para uns, poderá ou até já é tão próximo da distância que se lhes quer dar aos que mal têm feito, a tornar-se assim num mal em si, e a tocar tão rápido quanto se pensa, aos jornalistas e media que pensam que bem estão.
A LER:
>>> A blogosfera segundo a SIC
>>> A televisão e os jornais …
>>>
Os perigos da televisão
>>> Blogue | O Drama! O Horror!...



À ESPERA

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Espera-se demais
Espera-se demasiado
E muito se espera
À espera dos outros tudo aquilo que não se sabe dar
À espera dos outros tudo aquilo que não se sabe fazer
E espera-se que os outros façam
Que os outros liguem
Que outros se lembrem
Que os outros estimem e admirem
Que os outros digam o que se há-de fazer
Em aprender e em que aprendizagens
A não se ligar

E ainda em grande demasia
Espera-se que um Deus venha
E que também venha a Senhora deusa salvadora
Milagrar a Terra
A milagrar os homens e a dar-lhes a razão que eles não têm
E à espera
E sempre à espera
Do Melhor e a querer o melhor sem o fazer
 

E a não se dar o Tudo do melhor que se tem
Escondidos escondem-se

No porque será
Que todo aquele que sabe dar sem esperar
Receberá sempre


POESIA E FOTOGRAFIA DE   ALICE VALENTE ALVES



WORKSHOP de FOTOGRAFIA 27 Maio 2008 na UBI

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WORKSHOP de Interpretação da FOTOGRAFIA – UBI

*INSCRIÇÃO ABERTA A TODOS OS ALUNOS DA UBI

«CORPO - traço: FOTOGRAFIA»

27 MAIO 2008 | 3ªfeira | 15h00 - 18h00

LOCAL: Auditório da Parada – UBI - Covilhã

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

ENTRADA LIVRE


P A R T I C I P A Ç Ã O:

- Prof. Doutor Frederico Lopes – Docente do Departamento de Comunicação e Artes da UBI

- Alice Valente Alves Artista com projectos de IMAGEM (Poesia, Pintura e Fotografia) na Criação Artística

- Alunos da UBI


15h00 - 18h00 :

“TRILOGIA DA IMAGEM [Poesia – Pintura – Fotografia]” por Alice Valente Alves

A importância da Poesia, da Pintura e da Fotografia nestas três vertentes do que é a IMAGEM no desenvolvimento, concepção e realização de projectos artísticos interdisciplinares com as áreas culturais, educativas, científicas, humanas e filosóficas.

“O ANTES, O DURANTE E O DEPOISpor Alice Valente Alves

A Fotografia Artística Profissional com a Apresentação em PowerPoint de Imagens referentes à colaboração e pesquisa de planos fotográficos criados expressamente para o cenário da coreografia A SIBILA, a partir do romance homónimo de Agustina Bessa-Luís, estreada em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian em 1998. Em que O ANTES irá aludir às imagens do pedido profissional pela Companhia de Dança Contemporânea, no âmbito da Criação Artística para o trabalho cenográfico da coreografia, O DURANTE que reporta para a relevância das Imagens do acto criativo na Fotografia e O DEPOIS relativamente às Imagens ou resultado final e em seu registo do movimento coreográfico com a respectiva cenografia.

DEBATE

APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS AUTORAIS pelos Alunos da UBI

«O CORPO na FOTOGRAFIA» pelo Prof. Doutor Frederico Lopes

DEBATE FINAL


*I N S C R I Ç Ã O : Aberta a todos os Alunos da UBI

Esta iniciativa está aberta a todos os Alunos da UBI que queiram participar em que para tal, até às 20h00 do dia 26 de Maio de 2008, deverão enviar por email, 1 ou 2 Fotografias (no máximo) de sua autoria alusivas ao CORPO.

Com a Identificação do Autor, Curso da UBI, Título da Fotografia e Descrição (facultativa).

Com Assunto: Inscrição Workshop «CORPO–traço:FOTOGRAFIA».

A enviar para os dois endereços: sexto-empirico@hotmail.com e alicevalente@sapo.pt

Posteriormente todas as Imagens irão ser publicadas pela UBI em Página (a designar) on-line


O R G A N I Z A Ç Ã O :



INFORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO:

http://www.sexto-empirico.blogspot.com/

http://www.alisenao.blogspot.com/

http://www.alicevalente.wordpress.com/

http://www.e-cultura.pt/


A ESMOLA

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É interessante, a esmola!
Não será que certos ordenados, não passam para quem os recebe e ou para quem os paga, como se de uma esmola se tratasse?
Talvez sim, talvez não. Depende da conjectura social e de como é considerado o termo em si, no momento em que essa esmola, OFERTA ou ordenado é praticada em pedintes e pedantes.
E depois também é interessante, que uma qualquer ajuda, também poderá ser considerada de esmola!
E quanto aos afectos, estarão estes também e já nessa dimensão psicanalítica, do que é a esmola de quem dá e recebe numa outra forma solícita?
Mas afinal e procurando qual o significado de esmola no dicionário encontramos o seguinte:
ESMOLA s. f. Aquilo que se dá aos pobres por caridade. Benefício. Subsídio. Esmola da missa, retribuição a quem celebrou missa. Pop. Sova. Tunda. Pisa. (Dicionário Lello Universal)
ESMOLA s. f. O que se dá aos pobres por caridade. / Fig. Favor: a esmola de um elogio, de um olhar. Benefício, caridade. (Enciclopédia Larousse)
ESMOLAR v. 1 mendigar 2 fig. Pedir: implorar, suplicar. (Dicionário Houaiss)


O Dia da Mãe no ser-se mãe porque sim

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E hoje neste dia, a se ter de pensar que se é mãe, em todos os filhos que presumivelmente pensariam em sua própria mãe com que afecto e atenção. Nem sempre isso acontece, e porque existe aquela mãe que tudo faz pelos seus filhos, também existe aquela outra mãe que nada fez nem pensou fazer pelos seus filhos.
E a não se ter uma mãe bondosa e apaziguadora, ainda assim seu filho,
poderá vir a ser um filho sensível, e não me venham dizer que isto não é possível, porque é. E também, e todos até sabemos que sim, o mesmo sucederá em seu inverso.
E uma e outra mãe, continuam a ser o transporte da vida na via do que é sensível. E é pois, este o sentido de um qualquer sentido do sensitivo no que é humano, que nos faz ainda ter vida.
E como tal, deixamo-nos ater a um DIA que nos remete para a MÃE no ser-se mãe porque sim, à mãe ou àquela mãe que tudo faz sem esperar nada em troca, à mãe que transporta o peso da vida, à mãe considerada mãe porque sim desde que tudo abarque sem mais queixas ao mundo.


POESIA E FOTOGRAFIA DE ALICE VALENTE



FHI - Falha Humana Intencional

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A ambição materialista provoca o descontrole e o stress, e que estes, por sua vez, instigam a uma inveterada e intencional falha humana.
E porque é habitual assistirmos a uma inabilidade cada vez mais proliferante.
Inabilidade essa, fruto da incompetência que se tem generalizado e que até se tem ensinado como exemplo a ser seguido. Incompetência essa que por sua vez, se poderá intitular de Falha Humana Intencional, isto é, por obrigação a se ter de cumprir algo que está estipulado, numa qualquer moralidade e em que convenientes e manipuladoras leis instituídas, mostra-se que se cumpre para aguentar o peloiro, e porque até se diz que falhar é humano, vá então, de falhar-se propositadamente. Ou seja, não se está a cumprir com esse primeiro dos deveres enquanto seres que somos, dotados de uma ética e com a capacidade de continuarmos a trabalhar para uma mútua dignificação. Assim, a trabalhar-se ou a fingir que se trabalha para aquecer convenientemente o lugar e em que inúmeros lugares, está-se pois e efectivamente, a assistir a um abandalhar das instituições e em suas funções vitais. Quero com isto dizer que essa mesma incompetência, se tem difundido com uma naturalidade tal, em gente e mais gente cretina que reinam por aí, a contribuírem descarada e intencionalmente para o crescimento de mais e mais pobreza.
E nesta aspiração ou cobiça por um lugar no aquecer de lugares que se multiplicam por aí aos montes, irá inevitavelmente redundar numa crise que se anunciará para breve, e a vergonha chegará, e bater-lhes-á à porta, a transformar-se assim, no maior e no mais miserável dos desastres sociais.


«traço:verde-oliva» e o Museu de Lanifícios

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«traço:verde-oliva», a 7ª cor das nove cores do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura», para além das características enquanto cor do projecto no significado do advir da Verdade precisa, irei relacioná-la neste espaço exposicional com a importância do azeite para amaciar e alisar a lã, em que a lã era colocada ou ensopada, durante dias, em talhas de barro com azeite.
E será no dia 30 de Abril às 18h30 no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na cidade da Covilhã que será apresentada esta minha nova cor, o «verde-oliva», e que inaugurará com a exposição de pintura e em suas correspondentes 9 obras em díptico.
A inauguração e apresentação do «traço:verde-oliva» do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» contará com a presença do Reitor da Universidade da Beira Interior, Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva, do Presidente do Centro Nacional de Cultura, Prof. Doutor Guilherme D’Oliveira Martins, da Directora do Museu de Lanifícios da UBI, Drª Elisa Pinheiro, do Presidente e Ex-Presidente do Núcleo de Estudantes Filosofia da UBI, respectivamente Joana Tarana e Guilherme Leitão e do Departamento de Comunicação e Artes, Prof. Doutor José Rosa, Director do Curso de Filosofia.



corredor das fornalhas

O MUSEU DE LANIFÍCIOS DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR instalado na área das Tinturarias da Real Fábrica de Panos, junto à Ribeira da Goldra, uma manufactura de estado, fundada em 1764 pelo Marquês de Pombal, e classificada em 1982 como Imóvel de Interesse Público, foi inaugurado e aberto ao público a 30 de Abril de 1992. Tendo como objectivo reabilitar e preservar a memória do trabalho dos lanifícios na cidade da Covilhã, o berço desta actividade em Portugal, através da reconstituição dos processos de fabrico e tingimento dos tecidos de lã, utilizados nos finais do século XVIII.

Actualmente integra três núcleos museológicos:

Núcleo da Real Fábrica de Panos – Situado no Pólo 1 da UBI, próximo da Ribeira da Goldra, com uma área de 750 m2 musealizada, correspondente aos espaços das antigas tinturarias pombalinas, que integram as salas de tinturaria dos Panos de Lã, das Lãs em Meada e das Dornas, o Tanque de Água e os Corredores das Fornalhas e que constituem as áreas de Exposição Permanente.
Criado em 1992, através de receitas próprias da UBI, foi instituído com a finalidade de salvaguardar a área das tinturarias da manufactura pombalina. Dedicado à fase da pré e proto industrialização dos lanifícios, este núcleo do Museu vive das estruturas arqueológicas e arquitectónicas preservadas in situ.
Trata-se de dez fornalhas, com as respectivas chaminés embutidas, destinadas ao assentamento de caldeiras de metal, em cobre e estanho, e de oito poços cilíndricos para assentamento de dornas de madeira.
O projecto de musealização procurou articular informações de natureza técnica (fabrico e tingimento dos panos de lã e construção de um espaço manufactureiro) e de natureza arqueológica e histórica.

Núcleo de Râmolas de Sol – Usado como estendedouro de lãs, com uma área global de 652,7 m2 , é inaugurado em 1998 para integrar o parque de estacionamento da UBI.

Núcleo da Real Fábrica Veiga – Sede e Centro de Interpretação dos Lanifícios - Com uma área global de 12.000 m2, ainda em fase de musealização, pretende ser representativo da evolução tecnológica ocorrida no âmbito da indústria dos lanifícios, durante os sécs. XIX e XX. Deste modo, na área de Exposição Permanente do Museu apresenta-se uma significativa colecção de máquinas e equipamentos têxteis característicos daquele período. O Centro de Documentação /Arquivo Histórico constitui igualmente uma estrutura da maior importância quer para a salvaguarda dos fundos documentais nele incorporados, provenientes de entidades públicas e privadas ligadas á indústria de lanifícios, quer para apoiar o desenvolvimento da investigação pluridisciplinar, particularmente na área das ciências sociais e humanas. Para além destas valências, a Real Fábrica Veiga compreende ainda uma área de Exposições Temporárias, uma Oficina/Ateliê têxtil destinada a um público diversificado, um Auditório com cerca de 50 lugares, uma área de lazer com Cafetaria e esplanada e um Parque de Estacionamento. Como Sede do Museu dispõe de uma especializada área técnica destinada à conservação e ao restauro, bem como de áreas diferenciadas de Reservas Gerais. Prevê-se a sua abertura ao público, em regime de horário normalizado, em finais de 2008.


Ler na íntegra, texto que me foi cedido pela Direcção do Museu de Lanifícios: >>> doc_pdf_Museu_Lanifícios


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Post relacionado em ALI_SE:

«verde-oliva» e a importância do azeite na lã


«verde-oliva» e a importância do azeite na lã

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Artesanalmente as ovelhas eram tosquiadas com uma tesoura própria após serem apanhadas e presas as patas. Este trabalho decorria durante os meses de Abril e Maio.
A lã era lavada na ribeira. E perto fazia-se uma fogueira, onde se punha uma panela para escaldar a lã em água a ferver. De seguida colocava-se a lã num cesto, para novamente na água corrente da ribeira e agitando a cesta pudesse sair toda a goma da lã.
Após secar nos juncos ou pedras da ribeira, a lã era batida ou varejada com paus, para depois ser separada.
A seguir, a lã ensopava-se em azeite ou seja, a lã era colocada em talhas de barro com azeite e onde permanecia durante vários dias, para ficar mais macia .
Depois de ser retirada das talhas de barro com azeite, era colocada a repousar em cestas, durante mais uns dias.
De seguida a lã estaria assim pronta, para ser cardada pelo cardador que o fazia com um utensílio de madeira e pregos.
Separada em pesagens de meio quilo, a lã amolecida e alisada pelo azeite, e já cardada, era enrolada em fusos pela fiadeira.
E para fazer os novelos, lavavam-se primeiro as meadas de lã, na água da ribeira com uma mistura de sabão e água. Após a lavagem, o enxaguar e a secagem nas pedras da ribeira, iam à dobadeira para a apresentação final em meadas ou novelos.
(…)

ALICE VALENTE


talhas para o azeite

Fotografias cedidas pela Direcção do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior


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>>> «verde-oliva» dia 30 Abril 2008 no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior


Artigo relacionado em ALI_SE: «traço: verde-oliva» e o Museu de Lanifícios

O INTERESSE

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Sentou-se e pensou:
- Onde estou eu, que lugar é este?
Uma voz cintilante e muda, vinda de um qualquer interior que não o seu, tenta advertir:
- Estás na terra da penumbra! E já agora, olha bem em teu redor e vês alguma coisa que te interesse? De entre todos esses objectos, algum te interessa?
E continuando naquele mesmo lugar, em terra de ninguém, abanou a cabeça decididamente, em jeito de saber que ali não era, de modo nenhum, o seu lugar.
Quisera ir-se embora, mas não o fez. Deixou-se ficar à espera que algo acontecesse.
E o sangue arrefeceu, a terra estremeceu, o céu espelhava a água que corria suja e não havia como lembrar o que porventura, ali nutria alguma doçura.


POESIA E FOTOGRAFIA DE ALICE VALENTE

AS VÍTIMAS

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(Sobre VÍDEO no YouTube do violento confronto de professora que retira telemóvel à sua aluna rebelde.)

Aprender é preciso e ensinar também.
Mas só ensina bem, todo aquele que gosta de ensinar e que terá por sua vez, alunos para ensinar.
E tanto aprender a ensinar como ensinar para aprender, é efectivamente preciso aprender continuamente com todo o gosto e sensatez a saber como fazer para ensinar bem!
Em mestria, em exemplo e a ser exemplar, só aprende todo aquele que estiver no patamar humilde de saber que poderá aprender pelo respeito de quem sabe ensinar.

Ora todos sabemos que isso não está a acontecer!

A maior parte dos que estão a ensinar no nosso país e assim como os que estão a aprender no nosso país e por sua vez, os pais que criam os seus filhos e que os mandam para as escolas públicas do nosso país, é por obrigação e necessidade que o têm de fazer.


E aí estão as vítimas ou os vários de tipos de vítimas, todas juntas e que são:

  • Os pais que criam filhos e que os têm de mandar para estas escolas públicas
  • Os filhos que são obrigados pelos pais a terem de aprender nestas escolas
  • Os alunos que têm de respeitar as regras das escolas onde estão inseridos e os
  • Os professores que têm de ensinar nestas escolas porque não encontraram no mercado de trabalho outra ocupação profissional.

A vítima aqui que é vitima duas vezes, na mesma pessoa, é pois, o jovem ou adolescente e que é por sua vez, vítima enquanto filho e vítima enquanto aluno, num redobrado dever e num paralelismo de obediência tanto para com os seus pais, como para com os seus professores. E embora todos saibamos que estas crianças, jovens ou adolescentes, não são adultos, nem tem maturidade para tal e exactamente porque estão no seu normal processo de aprendizagem. Essa educação e o ensino, terá de ser administrada e assistida com todo o cuidado, atenção, protecção e respeito, tanto da parte de seus pais como de seus professores.

Mas isto também não está a acontecer!

Parece mas é, que se lhes está a exigir aquilo que eles são incapazes de corresponder e responder, e que é o de serem adultos muito jovens a serem tornados umas vítimas tanto necessárias e expiatórias como culpabilizantes. É errado colocar os que não têm capacidade de se proteger assim nesta forma discriminatória e de exclusão, logo, logo à priori!
Isto é errado, é mesmo, mesmo, muito errado! É um abuso de autoridade para quem não tem possibilidades de se defender.
Mas se é errado, o que há para fazer, não será com certeza, ninguém ou nenhum destes que estão nestas posições de vítimas, que poderão conseguir alguma vez resolver a alterar o que está mal. E porquê? Porque não lhes compete alterar, porque são as primeiras das vítimas, têm de se subjugar!

Há que salientar que não coloquei ou frisei aqui como vítimas, os professores-pais (ou os pais-professores) com filhos nessas mesmas escolas públicas, porque a maior desses mesmo professores-pais, procuram sempre colocar os seus filhos em escolas particulares, para que não lhes suceda essa agonizante exclusão (e porque também a praticam) que sabem de antemão, que seus filhos igualmente irão estar sujeitos. Embora paguem a um ensino particular com esse mesmo dinheiro que ganham como professores nessas escolas públicas com os tais alunos constantemente vitimados e predestinados a serem excluídos.

Vivemos pois num sem fim de atitudes, resultantes dos que precisam de vitimar quantas vítimas forem necessárias para que daí resulte os ganhadores e os vitoriosos em seus palcos de vidas autoritárias, que se arrogam a se tornarem por sua vez os salvadores destes mesmos vitimados!

E enquanto Educação, Cultura e Ensino, estes três cruciais grupos:

  • Pais
  • Filhos-alunos e
  • Professores

Isto é, a sociedade em geral, são afinal vítimas de quem?

Ora todos sabemos muito bem de quem são vítimas, os pais, os filhos-alunos e os professores! Diz-se que é do sistema ou das políticas, será???
Agora é preciso notar que os culpados nunca poderão ser as vítimas!
Os CULPADOS serão sempre todos aqueles que directa ou indirectamente, consciente ou inconscientemente, continuam a construir mais e mais vítimas! E quem são eles???
Os que ganham e se tornam vitoriosos por esta mesma vitimação.

Ou seja, os que têm grande responsabilidade neste país e em seus ministérios, ministros e secretários de estado, tanto da Educação como da Cultura. Sim são pois, o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura e em seus ministros, que terão de assumir responsabilidades, não só os actuais como os dos anteriores governos.

E depois ainda temos os formuladores das cientificidades educacionais em quantos psicólogos e psicologias institucionalizáveis, e que por ordens ministeriais estão inteiramente ao dispor e a dispor da Educação e em seu Ensino como se de um negócio se tratasse, continuando a matar qualquer possibilidade de se arranjarem resoluções, estando é sim com suas oportunistas, mesquinhas e mercantis ideias a fomentar mais e mais exclusão social.

Desengane-se todo aquele que pensa que conseguirá resolver algum problema social, pelo simples facto das vias do culpar no apontar de dedos, no culpabilizar, no inferiorizar, no excluir ou no tentar discriminar quem quer que seja.

E há que falar ainda da permissão e em prol de que tontos interesses publicitários e económicos, dos canais de televisão nas suas novelescas e séries televisivas cada vez mais rascas, de consumismos direccionados para jovens, elaboradas por pessoas isentas, tanto de valores éticos como estéticos e usando a tecnologia, em termos de que tudo resolve em prol de que progresso. Pretendem sim, vender, vender e não interessa a quem, é preciso é muitos e muitos e novos públicos para se escoarem produtos instalados, mesmo que esteja na base, a construção de miséria e de miseráveis a todos os níveis, tanto pobres como ricos, para alimentarem estas economias sem escrúpulos.

Sim, existem os que têm responsabilidade, poder e capacidade para a resolução destes problemas, mas ou por incapazes, embora teimosos pela ganância cega do serem bem sucedidos em que interesses económicos, políticos ou outros, ou ainda por falta de sensibilidade por tão distantes dos verdadeiros valores de uma cultura, tentam inverter os papéis e fechar os olhos, virar costas e culpar os outros, e o pior de tudo, que é o culpar as vítimas. Não vêm que isso é uma tontice e que irá dar mau resultado!?

E ultimamente, deu para perceber o quanto é notória essa brutal crueldade que impera em seus responsáveis de criarem mais e mais vítimas.
Como é que uma ministra da Educação e um chefe de Estado do nosso país com todos os que os rodeiam e que se vão tentando proteger com tantas malvadezas, fecham os olhos a um ajuntamento de 100 mil professores na rua?
E depois com toda a malvadez que lhes apraz, ainda culpam as vítimas!
Escusam esses senhores que pretendem tornar-se os vitoriosos deste país à custa descarada de tantas vítimas numa cabal construção de mais e mais exclusão social, o de querer enganar a baralhar tudo e todos, e de ainda por cima, tentarem arranjar culpados nas vítimas!
É que é impensável continuarem a agir assim, vão-se dar mal! Isso é desumano, muito desumano!

Era a mesma coisa que nas ideias hitlerianas ou no nazismo, culpar por existir todo aquele que nasceu judeu! É horrível, não é?
Pois! Foi uma grande monstruosidade de quem imperava e se habilitava a fomentar exclusão e mais exclusão, assim em tão grandes atrocidades.
Agora eu pergunto, é preciso alertar para essas monstruosidades? Eu pensei que já não era preciso, de que ninguém se esqueceu do quanto foi horrível e o quão desumanos foram aqueles conceitos e ideias da exclusão em atrocidades para com o ser humano.

Assim, para onde caminharemos ???



E termino com este excerto do meu post: «O perigoso Psico-Ensino»:

Estratégias mercantilistas não funcionam nem com a Educação nem com a Cultura. Tanto o Ministério da Educação como o da Cultura são a única garantia do equilíbrio de uma sociedade mais justa e humanizada em seus valores de ética e estética. Se misturarem a Educação e a Cultura com as outras áreas da Economia e da Política, entramos efectivamente num descalabro social.


ALICE VALENTE


A Educação no «PÚBLICO» de hoje:
- Associação de Pais e os técnicos psicólogos...
(...) ... possibilidade das escolas poderem contratar técnicos para resolver problemas graves de indisciplina...
(...)... contratação de técnicos como psicólogos e mediadores de conflitos...
- Aluna que agrediu professora em que processo...
(...) Até ao momento a professora não fez nenhuma participação formal fora da escola...
- Professores pedem mais autoridade para professores e a culpa é dos pais...

(...) ... medidas que reforcem a autoridade dos docentes e aumentem a responsabilização dos pais em casos de violência e indisciplina de alunos, responsabilizando directamente o Governo por estes problemas...

O QUE FAZER

...

Não sei quem virá
Para dizer quem fez tudo aquilo
Tudo aquilo que por errado

Por tão errado

Era certo

Era o credo da certeza dos incrédulos

E seguimos obrigados a deixarmo-nos ser

Ser dos seres do querer de todos os incrédulos

E esbracejando lutámos, lutámos, lutámos

Para quê

Para diante da cruz

Repetir palavra a palavra

Dizendo, dizendo, dizendo o que estás a fazer

É incerto na certeza de não sabermos

Onde estamos ao certo

De jamais o saber se prega em cruzes

De ladainhas que nos fazem

Não Fazer


E lá longe ouve-se um outro grito

Mais um

Mais que não me verão

Que não me dirão

Que aceitem mais regras

Das obras que não nos ditam






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