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a árvore ao jardim

Clube Ministério Educação

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Clube Ministério Educação e a «oferta» de escolas a empresas


O Governo e o Ministério da Educação, comportam-se como um grande Grupo Económico que ao descobrir a pólvora através das enormes potencialidades do Ensino com seus professores e alunos como a massa mais facilmente a ser impulsionada ao consumo. E assim este clube ministerial descaradamente, oferece, comercializa e utiliza as escolas deste país, para servir empresas como se de um seu negócio se tratasse.
Há uns meses através ouvi uma notícia que dizia, que as profissões mais bem sucedidas num futuro próximo, seriam as do ensino e as da saúde. Compreende-se, a obrigação e a sua salvação. E relativamente ao ensino, com estas 30 novas academias anunciadas ontem pela ministra da Educação, o maior dos fraudes para com o Ensino e a Educação aí está: o Ministério da Educação gastar 400 milhões de euros para empresas (Apple, Cisco, Linux, Microsoft, Oracle e Sun), irem para as escolas, formar e formatar alunos.



E no espaço de um mês de uma certificação Duplex (com Cisco):
Uma formação que passa por alargar as Networking Academias Cisco por todo o país, prevendo um aumento das actuais 150 para 400 até 2011.


«Vamos formar essas academias em várias áreas de actividade da nossa sociedade. Em ONGs, em Centros de Novas Oportunidades, em Escolas, em prisões, em todas as áreas onde podermos levar esses conhecimentos, nós teremos o maior gosto em colaborar com a Cisco, para levar os conhecimentos Cisco, e as competências Cisco a mais portugueses», explica José Sócrates, Primeiro-Ministro.


As Academias serão instaladas em Universidades, Politécnicos e outras escolas e vão dar uma dupla certificação.


«Significa a possibilidade de um jovem ou mesmo um adulto que frequente estes cursos e os conclua com êxito pode vir a obter um diploma que certifica as suas competências escolarmente e profissionalmente. O chamado Diploma de Dupla Certificação. Hoje, as certificações profissionais organizam-se dentro deste Catálogo Nacional de Profissões e a inclusão destes cursos neste catálogo significa que os jovens que os frequente ou os adultos vão poder dispor de um diploma, que é um diploma de reconhecimento formal escolar e profissional», refere Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação…..

Maria de Lurdes Rodrigues passa agora para uma certificação Triplex ao afirmar:
(…) grandes empresas que apostam nas escolas, como pólos ou centros de formação, e pode acontecer, que possam ter possibilidade de estágio nestas grandes empresas, mas sobretudo haverá uma oportunidade de estágio e de trabalho para jovens com esta formação certificada por estas empresas.
(…) Ficam com uma espécie de tripla certificação, porque terão a certificação de nível secundário, a formação profissional do nível secundário… e terão um triplo certificado e que é o certificado reconhecido por estas empresas (por estas indústrias). [ouvir mais]


Vaidades e interesses, políticas e um modelo Triple Helix como relação entre governo, academias (escolas ou universidades) e empresas (com indústrias das ciências no que é tecnológico).
Está implícito para quem quiser entender, que não será necessário aos jovens, esforçarem-se, estudarem para aprender ou terem grandes resultados, porque os talentos fabricam-se em conformidade por quem muito bem os quer e os poderá vir a usar:
(…) O que podem as empresas fazer para identificar as suas potenciais «estrelas» ou colaboradores de elevado desempenho? Podem começar por atirar fora os testes de QI e outros semelhantes para “medir” o intelecto.
(…) O Hay Group possui uma das mais extensas bases de dados do mundo sobre competências e comportamentos de liderança.
O Hay Group trabalha com muitas das organizações, públicas e privadas, que lideram o sector da Educação. Estamos orgulhosos do nosso expertise neste sector.


E hoje, dia 1 de Julho, realiza-se em Lisboa, o Forúm Hay Group 2008, no VIP Grand Lisboa Hotel & Spa, um evento para comunicar e apresentar as boas práticas das empresas consideradas as Mais Admiradas de 2008.
O Dr. Nuno Brito, Director Corporativo de Gestão Estratégica de Relações Humanas da EDP será o orador convidado, que falará sobre a Gestão de Talento à Escala Global.
Basta assim, ordeira e globalmente, aceitar ou estar no Hay Group (Portugal incluído) a satisfazer as directrizes de Bilderberg‘s portugueses do Clube ou Bildeberg Group.

ALICE VALENTE

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O perigoso «Psico-ENSINO»
Estratégias mercantilistas não funcionam nem com a Educação nem com a Cultura. Tanto o Ministério da Educação como o da Cultura são a única garantia do equilíbrio de uma sociedade mais justa e humanizada em seus valores de ética e estética. Se misturarem a Educação e a Cultura com as outras áreas da Economia e da Política, entramos efectivamente num descalabro social.

A vontade em Kant

«(...) A vontade em Kant subordina-se a uma legislação da qual ela própria é autora e ainda a relaciona com a dignidade humana, ou seja para Kant, os afectos e os sentimentos, que são o que ele designa de inclinações, não são tidos em consideração, excluindo-os completamente da razão.
Para Kant: A vontade é uma faculdade de não escolher nada a não ser o que a razão, independentemente da inclinação, conhece como praticamente necessário...
E porque o dever em Kant antecede toda a experiência e em que a razão determina a vontade à priori, arrogou-se assim a dar especial realce ao verbo obrigar, à obrigação e ao dever, acabando por tornar imperativo o abandonar a autenticidade de se Ser e a deixar o homem dividido entre o mundo sensível e o mundo inteligível.

Para Kant o homem só tem deveres para com o homem.Pois mas a Arte, a Vida, a Terra, a Natureza, são feitas do sensível, de sensibilidades, de afectos, de sentimentos, do SENTIR! (...)»
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A energia das massas e a ambição de poder

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São as massas que dão a energia ao poder e quando as massas privilegiam o poder, o poder sacrifica-as, tiraniza-as…
Embora se atente o contrário, a ambição de poder advém sempre de energias assentes em ideias destrutivas.
E sobre este tema e em que JOGO de VIDA divisível,
da
fartura e da escassez, do povo e do poder,
das
vitórias e das derrotas… da riqueza e da miséria...
numa enormíssima e assustadora ausência de ética e de estética,
deixo-vos para reflexão e análise, com estes três vídeos:

E PORQUE O PODER VAI ATÉ ONDE O DETÉM E DA EXCLUSÃO RESULTA A EXPLOSÃO

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ESPINOSA e o objectivo da filosofia: a VERDADE

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Resta, enfim, demonstrar que entre a fé, ou teologia, e a filosofia não existe nenhuma relação nem qualquer afinidade, coisa que não pode ser ignorada por ninguém que conheça o objectivo e o fundamento destas duas disciplinas em tudo divergentes. O objectivo da filosofia é unicamente a verdade; o da fé, como ficou abundantemente demonstrado, é apenas a obediência e a piedade. Depois, os fundamentos da filosofia são as noções comuns, devendo toda ela ser deduzida a partir apenas da natureza; os da fé, por seu turno, são as narrativas históricas e a língua, pelo que não podemos deduzi-las senão da Escritura e da revelação, conforme demonstrámos no capítulo VII. A fé, portanto, concede a cada um a máxima liberdade de filosofar, de modo que se pode, sem incorrer em crime, pensar o que se quiser sobre todas as coisas. Os únicos que ela condena como heréticos e cismáticos são os que ensinam opiniões que incitam à insubmissão, ao ódio, às dissenções e à cólera; em contrapartida, ela só considera fiéis aqueles que, tanto quanto a sua razão e as suas capacidades lhes permitem, incitar à justiça e à caridade.

Por último, e tendo em conta que o que nós aqui apresentamos constitui o principal objectivo do presente tratado, gostaria, antes de continuar, de pedir encarecidamente ao leitor que se dignasse ler com particular atenção e reexaminar, uma e outra vez, estes dois capítulos. Oxalá fique persuadido de que não escrevemos pelo desejo de introduzir novidades, mas para corrigir coisas que andam distorcidas e que esperamos, um dia, ver finalmente emendadas.

BENTO ESPINOSA, TRATADO TEOLÓGICO-POLÍTICO
Excerto do final do Capítulo XIV

Traço: verde-oliva na UBI até 29 Junho 2008

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Até 29 de JUNHO de 2008
EXPOSIÇÃO de PINTURA das 9 Obras em díptico do
traço(cor):verde-oliva, a 7ª cor das nove cores do projecto
«CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» de Alice Valente

LOCAL:
Museu de Lanifícios da UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR
Rua Marquês D' Ávila e Bolama - COVILHÃ
HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO: Terça a Domingo das 9h30-12h00 e das 14h30-18h00


VISITAS GUIADAS

INFORMAÇÃO E PROGRAMAÇÃO
clicar >>> em www.e-cultura.pt


QUERO LÁ SABER

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- Estado mental do mundo:

[Os que estão bem no quero lá saber para os que estão mal] – os privilegiados
[Os que estão mal no quero lá saber para os que estão bem] – os obrigados

O quero lá saber é uma forma ou modelo de relacionamento social, subjectivamente institucionalizado na nossa contemporaneidade. Todas as pessoas estão-se marimbando umas para as outras. Ignora-se e é-se ignorado, em prol de que inteligente ignorância, a ignorar-se o que não podemos nem deveríamos de ignorar. Mas eis que esta, é já a fórmula mais taxativamente delegada pelos exemplares responsáveis no deixa andar, deixa acontecer, deixa estragar… não faz mal! Num QUERO LÁ SABER e depois logo se verá!

E existem responsáveis por tudo isto
E existem instituições
E existem estados
E existem governos
E existem políticas
E economias
E seitas
E empresas…

Mas o que é que estão a fazer estes grupos dos que fazem e fabricam este mesmo estar do QUERO LÁ SABER ? ? ?
-
Institucionalizaram esse mesmo quero lá saber ! ! !

E todo este quero lá saber, generalizou-se por completo numa caricata generosidade dos privilegiados aos obrigados.
E nestas formas de mandar e de ordenar em estilos de dizer, escrever ou falar, e depois de viver, oiça e analise o que por aí se vai afirmando, publicamente:
O político;
O professor;
O economista;
O empresário;
O jornalista…

E embora de uma afeita cordialidade, é de uma enorme crueldade este QUERO LÁ SABER, tomado como um novo modo de estar, de mandar e de fazer, levado a um derradeiro e obrigatório quero lá saber.

É a nova e psicológica moda do quero lá saber, eu estou mais ou menos, eu sobrevivo, ah e depois há quem esteja pior que eu, e vá de se viver neste quero lá saber.

Se ao político, ao professor, ao economista, ao religioso, ao empresário, ao jornalista, ao mercador, ou a todo aquele que ganha, que delega ou que compra sem mais preocupações e ainda que tenha muito ou pouco dinheiro para conseguir viver nesta atroz sobrevivência, e a estragar ou não, no muito ou pouco de deitar ao lixo o que é a carência de muitos outros. E se a todos estes, um dia e num só e único dia, lhes faltar o pão e a comida para a boca, quero ver se continuarão a usar esta forma de se alimentarem numa relação com o mundo e com as pessoas neste doentio estado de um QUERO LÁ SABER.

OS ERROS DO JORNALISMO

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O Jornalismo vendeu-se à publicidade

Sempre achei dispensável as publicidades forçosas de produtos que não abonam ao bem estar de uma sociedade em geral. E cada vez existem mais produtos que nada interessam serem transaccionados e consumidos. E porque serão esses mesmos, que acabam por ser os mais publicitados?
É que os jornais ou as empresas jornalísticas e em seus profissionais que por fascinados com a negociável imagem manipulável de produtos e coisas, venderam-se completamente à publicidade e em seu mortífero deslumbramento.
E eis ao que já estamos a assistir, os jornais ou as empresas e em seus profissionais jornalísticos desviaram-se definitivamente dessa primeira das suas funções, o de dar a notícia em primeira mão e em prol de uma verdade e de um bem humanitário ou comunitário e a transformaram-se numa qualquer inversa situação. Em que neste momento, os jornais foram já convertidos à oferta da notícia enquanto notícia, por uma qualquer publicidade que os garanta vivos num novo tipo de subserviência e sobrevivência do insustentável. E ao que se assiste, é a publicidade que usa os jornais e a notícia, em que o jornal em si, deixou de dar notícia como a sua mais-valia, a dar-se em primeira lugar à publicidade e a colocar o fundamento da notícia para um segundo e subalterno plano, deixando assim ater a notícia ao que a publicidade lhe possa dar num mísero valor.
E já todos os jornais, revistas, editoras, etc… estão por aí assim, a subalternizarem-se a algo ou à publicidade que não os tem favorecido em nada e porque jamais os poderá vir a favorecer.
Agora pergunto eu, como é possível estar-se a assistir a toneladas de papel deixados ao lixo todos os dias, em inúmeros jornais grátis que estão a ser entregues às entradas dos metropolitanos das cidades? São ridículas as pessoas que com toda a desenvoltura, pegam nesses jornais grátis, os lêem com toda a altivez a tentarem mostrar que estão a aprender alguma coisinha e ao terminarem a sua viagem é de seguida deitado ao lixo. É impressionante como isto pode ser permitido!
É que essas notícias são igualmente fabricadas da mesma forma que o são as suas publicidades.
Claro está que esta forma um tanto ou quanto anormal de se comunicarmos entre culturas, através da notícia e do jornalismo, teria inevitavelmente de surgir em outras novas formas de nos vermos com a notícia a ser dada com toda a verdade, e por isso o ressurgimento de blogues e da blogosfera numa nova forma de se dar a notícia e em sua divulgação com toda a seriedade que merece.
É que divulgar não é o mesmo que publicitar.
Divulgar é dar a conhecer algo que foi feito, que está a ser feito ou que irá ser feito e publicitar é o forçar essa divulgação a alterar-lhe o seu verdadeiro sentido através de estratégias, marketings e em suas agências publicitárias, a tentar favorecer uns no desfavorecimento de outros tantos, é pois e em suma, este um dos grandes males das leis do mercado.
Tenho ainda a dizer que a publicidade aí está e também na net, e a tentar agarrar-se com unhas e dentes à blogosfera, aos blogues, e aos vícios jornalísticos de certos blogues de jornalistas, de se verem com muitas vendas e em suas audiências, a pensarem que a vida, se faz numa inaudível concentração de carneiradas obedientes às leis vigentes e a vendermo-nos por um tudo e nada, a tudo e a todos, o mais possível.
A blogosfera para além das muitas formas de comunicação e dos seus intervenientes e em sua divulgação tem vindo a dar espaço a que livremente por aqui se circule sem imposições de nos termos de vender forçosamente àquilo com que não nos identificamos. E é precisamente nesse estar, onde muitos de nós nos situamos e que por aqui nos vamos encontrando.
Eu por exemplo jamais daria a possibilidade de estar a permitir que se publicitasse neste meu espaço, coisas e produtos que serão de algum ruído tanto para mim como para todos aqueles que me possam visitar.
E por isso considero que a net, a blogosfera e os blogues, em toda essa interacção e comunicação, têm vindo a dar a possibilidade de sermos mais autênticos e cada vez mais interventivos, e que só assim numa participação e intervenção activa de cada um de nós, poderão surgir novas soluções para os graves problemas da nossa actualidade.

Blogues, BLOGOSFERA e Jornalismo

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Sobre programa «aqui e agora» da SIC do dia 29 Maio e que acabei por ver hoje na net (aqui).

LEGISLAR-SE contra quem diz mal em prol duns quantos malandrões que bem estão.

É isso mesmo! Legislar-se, legislar-se em leis e mais leis em defesa de uns quantos que bem estão, a fazerem a folha aos que mal estão. É assim a forma de se fazer mais e pobreza e em que legalista exclusão social…
É pois sobre a net, a blogosfera, os blogues, que se quer legislar, que se quer fazer calar, e tudo se inventa e tudo se diz pelos media, ou pelo que bem estão. E os programas em canais televisivos quando toca à blogosfera, só se diz barbaridades e a tendência é de difamar e caluniar, isto está-se a tornar grave!
Programas televisivos maus, muito ruins mesmo, que nada acrescentam, ao que de bem, a blogosfera tem feito em prol da verdade, da notícia verdadeira e da cultura.
E os que temem a blogosfera, são os que estão numa posição contrária, nessa posição contrária de quem nada tem feito em prol dos que mal estão, muito simplesmente ignoram os que estão mal e que é uma sociedade e um país em geral, a tratarem mal essa mesma sociedade e numa arrogância que mete dó.
E depois estão à espera de quê ? Que sejam bem tratados pela blogosfera, porque são arrogantes e prepotentes e têm poder e as leis do seu lado e por isso, querem ser respeitados com esse poderzinho? A blogosfera ou o povo, ou a sociedade em geral, ou os que pensam e têm alguma lucidez, querem lá saber dessas vaidades de «gente» cordialmente mentirosa!
E o mais simples para os que bem protegidos estão, é refugiarem-se em leis e mais leis, e é toca de legislar ainda mais, mais e mais, a acabar com a blogosfera ou com tudo e com todos os que lhes possam fazer afronta e pôr só, só a escrever por aí e na blogosfera também, os tais profissionais jornalísticos, tão desinteressantes e porque quase todos comprados e vendidos ao poder e às empresas e em que legalidade(s), é fácil, simples, barato e tão sem objectivos humanitários e porque jornalistas estes, tão distantes estão de um saber e em sua cultura!
Considero que a maior parte da blogosfera está a ser regida por um valor ético e porque surge naturalmente da parte de quem escreve, essa ética. E uma ética que não está a precisar de leis. E porque a verdadeira ética ou os valores éticos, nunca precisaram de leis, fazem parte da essência de se ser humano, agora os valores morais, esses sub-repticiamente tentam confundir a verdade e sempre precisaram e precisarão de leis.
Agora que queiram vir calar quem escreve, jornalistas ou não, e a quem diz a verdade e até sem ganhar dinheiro com isso, e que até está a fazer um bem social e humanitário, papel esse que deveriam ser todos os jornalistas a fazê-lo, é de lamentar!
Todos sabemos que os jornalistas e os media acabam por estar envergonhados por a maior parte, não estar a cumprir o seu papel de agentes e profissionais a bem e em prol de uma cultura humanitária. Simplesmente entraram numa moda de olharem para seus umbigos a quererem ser isto, e mais isto e mais aquilo em livros e mais escritos para serem famosos à custa de uma profissão que acabam por não a conseguirem dignificar e até levianamente estão mas é a denegri-la.
Mas o mal continua e se os que pensam que assim podem continuar, jornalistas, jornais, empresas e media, a excluir mais, mais e mais, talvez se enganem, é que esse bem para uns, poderá ou até já é tão próximo da distância que se lhes quer dar aos que mal têm feito, a tornar-se assim num mal em si, e a tocar tão rápido quanto se pensa, aos jornalistas e media que pensam que bem estão.
A LER:
>>> A blogosfera segundo a SIC
>>> A televisão e os jornais …
>>>
Os perigos da televisão
>>> Blogue | O Drama! O Horror!...



À ESPERA

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Espera-se demais
Espera-se demasiado
E muito se espera
À espera dos outros tudo aquilo que não se sabe dar
À espera dos outros tudo aquilo que não se sabe fazer
E espera-se que os outros façam
Que os outros liguem
Que outros se lembrem
Que os outros estimem e admirem
Que os outros digam o que se há-de fazer
Em aprender e em que aprendizagens
A não se ligar

E ainda em grande demasia
Espera-se que um Deus venha
E que também venha a Senhora deusa salvadora
Milagrar a Terra
A milagrar os homens e a dar-lhes a razão que eles não têm
E à espera
E sempre à espera
Do Melhor e a querer o melhor sem o fazer
 

E a não se dar o Tudo do melhor que se tem
Escondidos escondem-se

No porque será
Que todo aquele que sabe dar sem esperar
Receberá sempre


POESIA E FOTOGRAFIA DE   ALICE VALENTE ALVES



WORKSHOP de FOTOGRAFIA 27 Maio 2008 na UBI

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WORKSHOP de Interpretação da FOTOGRAFIA – UBI

*INSCRIÇÃO ABERTA A TODOS OS ALUNOS DA UBI

«CORPO - traço: FOTOGRAFIA»

27 MAIO 2008 | 3ªfeira | 15h00 - 18h00

LOCAL: Auditório da Parada – UBI - Covilhã

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

ENTRADA LIVRE


P A R T I C I P A Ç Ã O:

- Prof. Doutor Frederico Lopes – Docente do Departamento de Comunicação e Artes da UBI

- Alice Valente Alves Artista com projectos de IMAGEM (Poesia, Pintura e Fotografia) na Criação Artística

- Alunos da UBI


15h00 - 18h00 :

“TRILOGIA DA IMAGEM [Poesia – Pintura – Fotografia]” por Alice Valente Alves

A importância da Poesia, da Pintura e da Fotografia nestas três vertentes do que é a IMAGEM no desenvolvimento, concepção e realização de projectos artísticos interdisciplinares com as áreas culturais, educativas, científicas, humanas e filosóficas.

“O ANTES, O DURANTE E O DEPOISpor Alice Valente Alves

A Fotografia Artística Profissional com a Apresentação em PowerPoint de Imagens referentes à colaboração e pesquisa de planos fotográficos criados expressamente para o cenário da coreografia A SIBILA, a partir do romance homónimo de Agustina Bessa-Luís, estreada em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian em 1998. Em que O ANTES irá aludir às imagens do pedido profissional pela Companhia de Dança Contemporânea, no âmbito da Criação Artística para o trabalho cenográfico da coreografia, O DURANTE que reporta para a relevância das Imagens do acto criativo na Fotografia e O DEPOIS relativamente às Imagens ou resultado final e em seu registo do movimento coreográfico com a respectiva cenografia.

DEBATE

APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS AUTORAIS pelos Alunos da UBI

«O CORPO na FOTOGRAFIA» pelo Prof. Doutor Frederico Lopes

DEBATE FINAL


*I N S C R I Ç Ã O : Aberta a todos os Alunos da UBI

Esta iniciativa está aberta a todos os Alunos da UBI que queiram participar em que para tal, até às 20h00 do dia 26 de Maio de 2008, deverão enviar por email, 1 ou 2 Fotografias (no máximo) de sua autoria alusivas ao CORPO.

Com a Identificação do Autor, Curso da UBI, Título da Fotografia e Descrição (facultativa).

Com Assunto: Inscrição Workshop «CORPO–traço:FOTOGRAFIA».

A enviar para os dois endereços: sexto-empirico@hotmail.com e alicevalente@sapo.pt

Posteriormente todas as Imagens irão ser publicadas pela UBI em Página (a designar) on-line


O R G A N I Z A Ç Ã O :



INFORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO:

http://www.sexto-empirico.blogspot.com/

http://www.alisenao.blogspot.com/

http://www.alicevalente.wordpress.com/

http://www.e-cultura.pt/


A ESMOLA

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É interessante, a esmola!
Não será que certos ordenados, não passam para quem os recebe e ou para quem os paga, como se de uma esmola se tratasse?
Talvez sim, talvez não. Depende da conjectura social e de como é considerado o termo em si, no momento em que essa esmola, OFERTA ou ordenado é praticada em pedintes e pedantes.
E depois também é interessante, que uma qualquer ajuda, também poderá ser considerada de esmola!
E quanto aos afectos, estarão estes também e já nessa dimensão psicanalítica, do que é a esmola de quem dá e recebe numa outra forma solícita?
Mas afinal e procurando qual o significado de esmola no dicionário encontramos o seguinte:
ESMOLA s. f. Aquilo que se dá aos pobres por caridade. Benefício. Subsídio. Esmola da missa, retribuição a quem celebrou missa. Pop. Sova. Tunda. Pisa. (Dicionário Lello Universal)
ESMOLA s. f. O que se dá aos pobres por caridade. / Fig. Favor: a esmola de um elogio, de um olhar. Benefício, caridade. (Enciclopédia Larousse)
ESMOLAR v. 1 mendigar 2 fig. Pedir: implorar, suplicar. (Dicionário Houaiss)


O Dia da Mãe no ser-se mãe porque sim

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E hoje neste dia, a se ter de pensar que se é mãe, em todos os filhos que presumivelmente pensariam em sua própria mãe com que afecto e atenção. Nem sempre isso acontece, e porque existe aquela mãe que tudo faz pelos seus filhos, também existe aquela outra mãe que nada fez nem pensou fazer pelos seus filhos.
E a não se ter uma mãe bondosa e apaziguadora, ainda assim seu filho,
poderá vir a ser um filho sensível, e não me venham dizer que isto não é possível, porque é. E também, e todos até sabemos que sim, o mesmo sucederá em seu inverso.
E uma e outra mãe, continuam a ser o transporte da vida na via do que é sensível. E é pois, este o sentido de um qualquer sentido do sensitivo no que é humano, que nos faz ainda ter vida.
E como tal, deixamo-nos ater a um DIA que nos remete para a MÃE no ser-se mãe porque sim, à mãe ou àquela mãe que tudo faz sem esperar nada em troca, à mãe que transporta o peso da vida, à mãe considerada mãe porque sim desde que tudo abarque sem mais queixas ao mundo.


POESIA E FOTOGRAFIA DE ALICE VALENTE



FHI - Falha Humana Intencional

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A ambição materialista provoca o descontrole e o stress, e que estes, por sua vez, instigam a uma inveterada e intencional falha humana.
E porque é habitual assistirmos a uma inabilidade cada vez mais proliferante.
Inabilidade essa, fruto da incompetência que se tem generalizado e que até se tem ensinado como exemplo a ser seguido. Incompetência essa que por sua vez, se poderá intitular de Falha Humana Intencional, isto é, por obrigação a se ter de cumprir algo que está estipulado, numa qualquer moralidade e em que convenientes e manipuladoras leis instituídas, mostra-se que se cumpre para aguentar o peloiro, e porque até se diz que falhar é humano, vá então, de falhar-se propositadamente. Ou seja, não se está a cumprir com esse primeiro dos deveres enquanto seres que somos, dotados de uma ética e com a capacidade de continuarmos a trabalhar para uma mútua dignificação. Assim, a trabalhar-se ou a fingir que se trabalha para aquecer convenientemente o lugar e em que inúmeros lugares, está-se pois e efectivamente, a assistir a um abandalhar das instituições e em suas funções vitais. Quero com isto dizer que essa mesma incompetência, se tem difundido com uma naturalidade tal, em gente e mais gente cretina que reinam por aí, a contribuírem descarada e intencionalmente para o crescimento de mais e mais pobreza.
E nesta aspiração ou cobiça por um lugar no aquecer de lugares que se multiplicam por aí aos montes, irá inevitavelmente redundar numa crise que se anunciará para breve, e a vergonha chegará, e bater-lhes-á à porta, a transformar-se assim, no maior e no mais miserável dos desastres sociais.


«traço:verde-oliva» e o Museu de Lanifícios

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«traço:verde-oliva», a 7ª cor das nove cores do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura», para além das características enquanto cor do projecto no significado do advir da Verdade precisa, irei relacioná-la neste espaço exposicional com a importância do azeite para amaciar e alisar a lã, em que a lã era colocada ou ensopada, durante dias, em talhas de barro com azeite.
E será no dia 30 de Abril às 18h30 no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na cidade da Covilhã que será apresentada esta minha nova cor, o «verde-oliva», e que inaugurará com a exposição de pintura e em suas correspondentes 9 obras em díptico.
A inauguração e apresentação do «traço:verde-oliva» do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» contará com a presença do Reitor da Universidade da Beira Interior, Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva, do Presidente do Centro Nacional de Cultura, Prof. Doutor Guilherme D’Oliveira Martins, da Directora do Museu de Lanifícios da UBI, Drª Elisa Pinheiro, do Presidente e Ex-Presidente do Núcleo de Estudantes Filosofia da UBI, respectivamente Joana Tarana e Guilherme Leitão e do Departamento de Comunicação e Artes, Prof. Doutor José Rosa, Director do Curso de Filosofia.



corredor das fornalhas

O MUSEU DE LANIFÍCIOS DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR instalado na área das Tinturarias da Real Fábrica de Panos, junto à Ribeira da Goldra, uma manufactura de estado, fundada em 1764 pelo Marquês de Pombal, e classificada em 1982 como Imóvel de Interesse Público, foi inaugurado e aberto ao público a 30 de Abril de 1992. Tendo como objectivo reabilitar e preservar a memória do trabalho dos lanifícios na cidade da Covilhã, o berço desta actividade em Portugal, através da reconstituição dos processos de fabrico e tingimento dos tecidos de lã, utilizados nos finais do século XVIII.

Actualmente integra três núcleos museológicos:

Núcleo da Real Fábrica de Panos – Situado no Pólo 1 da UBI, próximo da Ribeira da Goldra, com uma área de 750 m2 musealizada, correspondente aos espaços das antigas tinturarias pombalinas, que integram as salas de tinturaria dos Panos de Lã, das Lãs em Meada e das Dornas, o Tanque de Água e os Corredores das Fornalhas e que constituem as áreas de Exposição Permanente.
Criado em 1992, através de receitas próprias da UBI, foi instituído com a finalidade de salvaguardar a área das tinturarias da manufactura pombalina. Dedicado à fase da pré e proto industrialização dos lanifícios, este núcleo do Museu vive das estruturas arqueológicas e arquitectónicas preservadas in situ.
Trata-se de dez fornalhas, com as respectivas chaminés embutidas, destinadas ao assentamento de caldeiras de metal, em cobre e estanho, e de oito poços cilíndricos para assentamento de dornas de madeira.
O projecto de musealização procurou articular informações de natureza técnica (fabrico e tingimento dos panos de lã e construção de um espaço manufactureiro) e de natureza arqueológica e histórica.

Núcleo de Râmolas de Sol – Usado como estendedouro de lãs, com uma área global de 652,7 m2 , é inaugurado em 1998 para integrar o parque de estacionamento da UBI.

Núcleo da Real Fábrica Veiga – Sede e Centro de Interpretação dos Lanifícios - Com uma área global de 12.000 m2, ainda em fase de musealização, pretende ser representativo da evolução tecnológica ocorrida no âmbito da indústria dos lanifícios, durante os sécs. XIX e XX. Deste modo, na área de Exposição Permanente do Museu apresenta-se uma significativa colecção de máquinas e equipamentos têxteis característicos daquele período. O Centro de Documentação /Arquivo Histórico constitui igualmente uma estrutura da maior importância quer para a salvaguarda dos fundos documentais nele incorporados, provenientes de entidades públicas e privadas ligadas á indústria de lanifícios, quer para apoiar o desenvolvimento da investigação pluridisciplinar, particularmente na área das ciências sociais e humanas. Para além destas valências, a Real Fábrica Veiga compreende ainda uma área de Exposições Temporárias, uma Oficina/Ateliê têxtil destinada a um público diversificado, um Auditório com cerca de 50 lugares, uma área de lazer com Cafetaria e esplanada e um Parque de Estacionamento. Como Sede do Museu dispõe de uma especializada área técnica destinada à conservação e ao restauro, bem como de áreas diferenciadas de Reservas Gerais. Prevê-se a sua abertura ao público, em regime de horário normalizado, em finais de 2008.


Ler na íntegra, texto que me foi cedido pela Direcção do Museu de Lanifícios: >>> doc_pdf_Museu_Lanifícios


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«verde-oliva» e a importância do azeite na lã

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Artesanalmente as ovelhas eram tosquiadas com uma tesoura própria após serem apanhadas e presas as patas. Este trabalho decorria durante os meses de Abril e Maio.
A lã era lavada na ribeira. E perto fazia-se uma fogueira, onde se punha uma panela para escaldar a lã em água a ferver. De seguida colocava-se a lã num cesto, para novamente na água corrente da ribeira e agitando a cesta pudesse sair toda a goma da lã.
Após secar nos juncos ou pedras da ribeira, a lã era batida ou varejada com paus, para depois ser separada.
A seguir, a lã ensopava-se em azeite ou seja, a lã era colocada em talhas de barro com azeite e onde permanecia durante vários dias, para ficar mais macia .
Depois de ser retirada das talhas de barro com azeite, era colocada a repousar em cestas, durante mais uns dias.
De seguida a lã estaria assim pronta, para ser cardada pelo cardador que o fazia com um utensílio de madeira e pregos.
Separada em pesagens de meio quilo, a lã amolecida e alisada pelo azeite, e já cardada, era enrolada em fusos pela fiadeira.
E para fazer os novelos, lavavam-se primeiro as meadas de lã, na água da ribeira com uma mistura de sabão e água. Após a lavagem, o enxaguar e a secagem nas pedras da ribeira, iam à dobadeira para a apresentação final em meadas ou novelos.
(…)

ALICE VALENTE


talhas para o azeite

Fotografias cedidas pela Direcção do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior


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>>> «verde-oliva» dia 30 Abril 2008 no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior


Artigo relacionado em ALI_SE: «traço: verde-oliva» e o Museu de Lanifícios

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