Sobre_ ALI_SE
_
a árvore ao jardim

FICAS

...

Seguir caminhos por não ferozes.

Um olhar visto reina-te.

E o que te faz não te esquecerá(s).

Fica sempre.

E a riqueza é à arte de um olhar

Por dentro e adentro de ti.

Fica

Ficas

Sempre!




Alice Valente Alves na "Revista Letras com Vida"



No terceiro número da REVISTA LETRAS COM VIDA,
a artista plástica em destaque é ALICE VALENTE ALVES


Dia 3 de OUTUBRO de 2011 
(2ª feira) às 
18h30

no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa,
lançamento do 3º número da «Revista Letras com Vida»


CAPA nº 3 da «Revista Letras com Vida» (para ampliar clique na imagem) 
.

MAIS INFORMAÇÃO:  .http://alicevalente.wordpress.com/corpotracocorpo/2011_nora/
.



.

Ao 11 de Setembro de há 10 anos

...



NOVA IORQUE - Ilha de Manhattan - Imagem áerea nº 51 - 1993 - Arquivo e Fotografia de ALICE VALENTE ALVES


Clique na imagem (e depois em +) para ampliar



PESO

...

Espaços esgotados, sem beiras. Ao calor desta renúncia humana. O espectro do inconciliável. Perderam-se os caminhos. E os pés sentados desmentem-se por onde andam. E aqueles livres do que não se livram, afundar-se-ão, num desmedido peso. 



O FUTURO

...
O futuro não se inventa, cria-se!

E exactamente porque o agora, é resultado de um futuro que foi inventado, que afinal, já não o queremos.

É que o futuro que se precisa é de um futuro criador, ou seja, de um futuro no sentido de uma evolução criadora.

Criar é cuidar de tudo e de todos que nos rodeiam.

E inventar é arranjar soluções que por vezes nos poderão afastar dessa perfeita capacidade do Homem viver humanamente.


 ALICE  VALENTE


Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE


A CONSCIENTE NEGLIGÊNCIA DO CORPO (Ensaio)

(...) E o que ainda nos faz estar aqui, é o cumprimento com o primeiro dos objectivos da vida, o ser a Ser, por seres que somos, de cuidado e de criação, todos aptos, mas mesmo todos aptos e capazes de conseguir, dentro de maiores ou menores limitações, a criar e a cuidar deste nosso planeta, a terra, como se tratasse do nosso próprio  corpo. (...)



Criação Artística e os conceitos usurpados à Arte na Criação



Os apossados da arte a transformá-la em não-arte


Poesia e Fotografia de ALICE VALENTE




Como tudo é

...
Será que há pessoas
Que querem ser assim
Como tudo é

Não, nada mais será como é.
E nada mais terás pelo que não és.
O que aí vem é só para aquilo que és em ti mesmo, sem mais.

E o que é teu, é de todos.
O que não é, não é, nem teu nem de ninguém.
E com isso, sê, sem mais.


E faz-se tarde

Quando não sabes o que é pensar por ti
A dares-te por inteiro, primeiramente. 



E refrescam-se teus dias
Sabendo nada de nada, por tudo.



JEAN-PIERRE DUPUY e a miséria da ECONOMIA

...
AS PIRÂMIDES DA EXCLUSÃO

A FILOSOFIA SOCIAL E POLÍTICA 
PERANTE A MISÉRIA DA ECONOMIA

(...)
No centro da economia, há aquilo a que Dumouchel chama de «exterioridade de terceiros». Esta figura é contemporânea do enfraquecimento geral do sistema dos interditos e das obrigações de solidariedade, que inúmeros bons autores, e não apenas Girard, ligam à influência do cristianismo. A dessolidarização da comunidade tem por efeito a intensificação das rivalidades miméticas não produz a polarização contra uma vítima única, própria da crise sacrificial. Os homens estão mais do que nunca fascinados pelos duplos, que odeiam abertamente e veneram secretamente, mas estas rivalidades não abrangem a totalidade do espaço social. Os terceiros estão demasiadamente implicados nos seus próprios fascínios para não se sentirem exteriores às rivalidades dos outros. Não têm de tomar partido e vêem demasiado bem  a verdade da violência, a saber, a reciprocidade: nada separa os violentos, a não ser o seu próprio ódio. Vêem isto nos outros, mas nunca neles.

Os homens são terceiros exteriores uns para os outros. Visto que todos se furtam às obrigações de solidariedade, porque estão fascinados com outra coisa, afastam-se dos vencidos que os antagonismos dos outros produzem em redor. A ordem económica é a construção social da indiferença às desgraças dos outros. Não são as relações entre os rivais que, dentro desta ordem, estão marcadas  pela maior violência, mas as relações de cada um deles com os outros, ou seja a relação entre terceiros. É a recusa dos terceiros em apoiar os perdedores que sanciona o seu fracasso e o transforma numa verdadeira condenação à morte social, e por vezes, física, muito mais do que  os golpes que lhes foram desferidos pelos vencedores. Dumouchel analisou nestes termos a Revolução Industrial do século XVIII inglês e a remodelação dos bens de raiz que dela resultou. Foi nesta época que se fez, pela primeira vez, a pergunta, que continua a ser a nossa: mas de onde vêm, então os miseráveis, exactamente quando a riqueza aumenta?

Os «excluídos» não são vítimas sacrificiais, porque, longe de serem o foco do fascínio geral, morrem devido à indiferença de todos. Porém perguntar-se-á, não estaremos obcecados pela pergunta que nos fazem? Sem dúvida que sim, mas enquanto vítimas, é essa toda a diferença. Nós modernos, estamos obcecados pela questão das vítimas, é essa a diferença. Em filosofia moral e política, como prova só quero que a obra de Rawls, esse assalto frontal contra a hegemonia utilitarista, que se pode interpretar como uma poderosa máquina anti-sacrificial. Dentro desta concepção da justiça -  que Rawls baptiza «justiça como equidade» -, a prioridade das prioridades é o destino dos mais desfavorecidos. É a sua liberdade e  o seu bem-estar que se deve tornar tão grandes quanto possível, nem que para isso se tenha de renunciar a melhorar a situação das muito mais numerosas classes médias, nem que para isso se tenha de aceitar as desigualdades. Os princípios que exprimem a justiça como equidade podem pôr-se sob a forma reunida seguinte: qualquer desigualdade que não esteja ao serviço dos pior favorecidos é injusta, e isto em três domínios absolutamente hierarquizados: as liberdades e os direitos fundamentais, em primeiro lugar; as hipóteses e as oportunidades a seguir; o acesso aos recursos e às riquezas económicas e sociais, finalmente. Os pior favorecidos, portanto aqueles que têm mais hipóteses de ser as vítimas sacrificiais, são «sagrados». A metáfora religiosa é evidentemente incómoda, visto que, por «sagrado», se pretende dizer aqui que não será sacrificado.

Estamos obcecados pela questão das vítimas, mas isso não origina que o seu destino seja mais invejável. As vítimas são tão importantes para nós, que, doravante, é em nome das vítimas que perseguimos. Uma variante cómica deste desvio perverso é o «multicultarilismo» americano. Quanto mais sinais vitimários acumularem, mais seguros ficarão de aceder aos privilégios. Tal como Girard escreve, citando Bernarnos: «O mundo moderno está cheio de ideias cristãs que se tornaram loucas.»

(...)

JEAN-PIERRE DUPUY, «Ética e Filosofia da Acção», Pensamento e Filosofia, 2001


O que se nos pensa

...

Acerca do que cada pessoa, pensa, diz, escreve e faz, hoje é fácil, comunicarmos a conhecermo-nos um pouco melhor, mas por vezes, há quem esteja tão distante e distraído, que nem se aperceba dessa realidade que se nos afirma!



A Democracia é uma DIVIDOCRACIA - Debtocracy - (Filme e Texto)

...
"Debtocracy" (em português, Dívidocracia) é um documentário sobre a crise da dívida grega, e procura as causas/responsáveis pela crescente dívida pública na Grécia e propõe soluções distintas das que têm sido impostas ao povo grego pelo Governo, pela UE e pelo FMI.


TEXTO transcrito do documentário (na íntegra):

Às últimas palavras de Fernando Pessoa

...
Fernando Pessoa, no dia 29 de Novembro de 1935, um dia antes do seu falecimento no Hospital São Luís (dos Franceses), no Bairro Alto, em Lisboa,  escreveu em inglês, aquelas que seriam as suas últimas palavras, com a seguinte frase:  


"I know not what tomorrow will bring"  

("Não sei o que o amanhã trará")


*

E  sobre Fernando Pessoa que fez ontem 123 anos do seu nascimento, não resisti a transcrever para aqui o excerto que se segue do Livro «Signos em rotação» do grande poeta e escritor mexicano OCTÁVIO PAZ :
O DESCONHECIDO DE SI MESMO - FERNANDO PESSOA

Os poetas não têm biografia. Sua obra é sua biografia. Pessoa que duvidou sempre da realidade deste mundo, aprovaria sem vacilar, que fossemos diretamente a seus poemas, esquecendo os incidentes e os acidentes de sua existência terrestre. Nada em sua vida é surpreendente - nada, exceto seus poemas. Não creio que seu "caso", resignemo-nos a empregar esta antipática palavra, os explique; creio que, à luz de seus poemas, seu "caso" deixa de sê-lo. Seu segredo, ademais, está escrito em seu nome: Pessoa ...
(...)
O mundo de Pessoa não
é nem este mundo nem o outro. A palavra ausência poderia defini-lo, se por ausência se entende um estado fluído, no qual a presença se desvanece e a ausência é anúncio de quê? - momento em que  o presente já não está e apenas desponta aquilo que talvez, será. O deserto urbano cobre-se de signos: as pedras dizem algo, o vento diz, a janela iluminada e a árvore solitária na esquina dizem, tudo está dizendo algo, não é isto que digo e sim outra coisa, sempre outra coisa, a mesma coisa que nunca se diz. A ausência não é só privação e sim pressentimento de uma presença que jamais se mostra inteiramente. Poemas herméticos e canções coincidem: na ausência, na irrealidade que somos, algo está presente. Atónito entre pessoas e coisas, o poeta caminha por uma rua do bairro velho. Entra em um parque e as folhas se movem. Estão a ponto de dizer... Não, não disseram nada. Irrealidade do mundo, na última luz da tarde. Tudo está imóvel, em espera. O poeta já sabe que não tem identidade. Como essas casas, quase douradas, quase reais, como essas árvores suspensas na hora, ele também parte de si mesmo. E não aparece o outro , o duplo, o verdadeiro Pessoa. Nunca aparecerá: Não há outro. Aparece, insinua-se, o outro, o que não tem nome, o que não se diz e que nossas pobres palavras invocam. É a poesia? Não: a poesia é o que fica e nos consola, a consciência da ausência. E de novo, quase imperceptível, um rumor de algo: Pessoa ou a iminência do desconhecido.    (Paris, 1961)



*

Pessoa preocupado com o desenvolvimento do intelecto no Homem, criou os seus próprios amigos ou heterónimos, e é com o heterónimo que mais se assemelha à sua pessoa, o Bernardo Soares, e através do(s) poema(s): 
«a minha pátria é a língua portuguesa»
«Tenho o dever de me fechar em casa no meu espírito
e trabalhar quanto possa e em tudo quanto possa,
para o progresso da civilização
e o alargamento da consciência da humanidade»
 
que nos demonstra que a vida é toda ela reveladora de grandes e bons actos quando afincadamente se trabalha no sentido da valorização e enriquecimento do Ser. E assim foi, com a sua grandiosa e silenciosa obra, ao conseguir dar-nos o Melhor da Língua Portuguesa, simplesmente fazendo, e sabendo que era esse o seu consciente dever, e sem se preocupar com quem o pudesse admirar ou desprezar, e mesmo que tivesse passado mal e até morrido sozinho e sem ter ninguém na sua despedida fúnebre.

E porque sentia tudo, muito, certamente Fernando Pessoa até sabia, de alguma forma, ao que nos traria por Presente, nessa outra Comunicação e Entendimento em sua forte e poderosa beleza de Pensamento - Saber - Poesia.




Por certo

...



CORRIGIR NÃO É O CERTO. ALINHAR NÃO É O CERTO.

POR CERTO NÃO É CERTO.
*





Tratados

...



TRATADOS

Já só somos seres (in)tratados
De um trato tratado por intratáveis
E ao longe as rédeas soltam-se
E os fugidios que se reinam
Mal tratando
E em que terra se deitam 
À engorda
Da podre sementeira
Nada medra



As joaninhas voam voam

...


A joaninha é um dos insectos mais bonitos e surpreendentes, e quando surgem e poisam nos verdes ou nos entram em casa, é bom sinal, é sinal de que chegaram com a Primavera para nos ajudarem a zelar dos jardins, das flores, das plantações. As joaninhas são grandes protectoras da natureza e boas colaboradoras dos agricultores e jardineiros.

Até há quem diga, que trazem sorte, claro, se dão saúde às árvores, flores e vegetação, e acabam com os pulgões que definham roseiras e outras plantas e assim como acabam com a praga de vários insectos que destroem as frutas e plantações, evitando assim o uso daqueles produtos químicos ou os pesticidas que para além de caros, são altamente tóxicos e perigosos para o meio ambiente. E por isso quando vimos por aí, essas graciosas joaninhas, que ao contrário de outros insectos, não nos picam nem nos incomodam, e assim tão pequeninas e harmoniosas, é sempre um motivo de sorriso e enorme contentamento. (*)

Há milhares de espécies de joaninhas. E a joaninha mais comum em Portugal é a que tem o corpo preto, protegido com uma couraça com duas resistentes asas (superiores) de cor vermelha com (normalmente sete) pintas pretas e duas asas (inferiores) que estão ocultas e que só utiliza quando voa. Tem 3 pares de patas. Cada joaninha chega a pôr mais de mil ovos em cada estação. As joaninhas vivem no máximo seis meses.
As joaninhas conseguem viver em sítios inóspitos e ao sentirem-se em perigo, recolhem as patas na couraça e deixam-se cair de folha em folha, e assim que podem, voam, para um local seguro.


(*) Todos os anos poisam joaninhas nas minhas plantas (em pleno centro de Lisboa) e estas três fotografias foram tiradas esta semana. E devido ao carinho que tenho para com estas espantosas criaturas, não resisti em vir aqui partilhar convosco estas imagens!


Vivo

...



VIVO

ESTAR BEM VIVO É DORMIR BEM
*






O âmbito da Poesia

...




O ÂMBITO DA POESIA:

- SALVAR SEM SALVADORES!
*





O dever de suicídio

...

pormenor da obra nº 37 – «o pensar» | acrílico sobre tela | 81x130cm | 2005 
«CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de ALICE VALENTE | traço (cor): laranja-lima
(...)
A não ser possível um povo gerir os seus afectos e a sua forma de se manifestar artisticamente é um povo sem futuro, é um povo ou sociedade suicida.
E o suicídio em suicidas é a morte anunciada e vindoura do colectivo, sem singulares. Um suicídio colectivo é, sem precedentes, uma morte ao alcance de todos, dos excluídos tanto ricos como pobres, dos oprimidos, dos falhados, dos comprometidos. É que estamos neste momento a assistir a comportamentos sociais, familiares, institucionais, por tanto sofrimento infligido, já similar aos campos de concentração nazi. Existe uma realidade para os excluídos da face da Terra pelo Homem que instituiu tão monstruosas regras em crenças e poder do dever em não devir, que o suicídio será em breve a maior prova de coragem do ser, que não se suporta mais nestas condições de escravatura cativa. Essa compreensão para os ditos fracos e ou excluídos em toda a extensão do humanitário por não aceitarem compactuar com tanto mal, infortúnio e dor, tornar-se-á em nossa contemporaneidade, o ponto mais forte da dita coragem da dignidade em não-ser.
(...)


  Comunicação proferida em 2005 na Faculdade de Letras da UNIVERSIDADE DO PORTO



A Fotografia é como a Vida

...



A Fotografia é como a Vida

(Atenta bem)


Eu não vi. Eu não vi nada disso. E eu não sabia.


Mas estava lá tudo. E eu até registei.

Ou foi o momento que se me registou.


Mas olha que era a cores.

E não a preto e branco. Percebes.


Só muito depois.




Pessoas

...



PESSOAS E PESSOAS DISFARÇADAS DE PESSOAS.

DE SONHO.
*




Às árvores

...




Alimento que nos respira e ouve
Ser e árvores crescentes
Sobem em distinção e beleza



E por inventado mundo esse do insensível
Aos ensinados a enterrados vivos

Homens que não crescem

Racionais monstros
Rastejando presos por presas

E “caídos à terra” estão os mortos
E as árvores crescem


 ALICE  VALENTE  ALVES  





Poesia: a fala do silêncio

...





Na poesia não é o poeta que fala com o silêncio, mas sim o silêncio que fala com o poeta.
Não é o poeta que escolhe ser poeta, mas sim a poesia que escolhe o poeta.

À poesia o que é da poesia

E se falamos
E se comunicamos afectivamente
É porque de poesia se trata
E quando nos deixamos ser natureza
O mundo é todo poesia.

Ao 'verde' de um Encontro

...

Ao verde

Às árvores

Às raízes

Às margens

Às sombras

À noite e ao reflexo

À luz de um dia...

E grata estou, pelo diálogo e Encontro, que se tornou possível com todos os que conseguiram estar presentes  no dia 5 de Março de 2011 no Clube Literário do Porto. Com um enorme abraço.

ENCONTRO: «CORPO...traço.verde» no Clube Literário do Porto

...



DATA: Dia 5 de Março 2011 | Sábado | das 17h00 às 19h30

LOCAL: Auditório do Clube Literário Porto – Rua da Alfândega, 22 – Porto
  • Neste ENCONTRO, a autora, Alice Valente Alves, fará a apresentação do CORPOtraçoCORPO através da projecção das 72 obras em díptico nas 8 das nove cores do projecto, realizadas e apresentadas até ao momento, e de seguida irá falar sobre a cor e as 9 obras do traço.verde que estiveram expostas em 2010 no edifício da Estação Biológica do Garducho.
  • Contamos com a presença de Bernardino Guimarães, Jornalista e Activista Ambiental, que se pronunciará sobre o verde e a humanização.
  • No final, será aberto o diálogo com todos os presentes.

O “traço:verde” – 8ª cor das nove cores do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» … firma-se na relação tão enérgica quanto intrínseca do Homem com o verde, ‘verde’ das plantas, vegetais e árvores, em verde esse que necessitamos de articular, de moldar, de cultivar, de cuidar, de preservar, de uma forma tão natural quanto imprescindível ao melodioso Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.




*
CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar que teve início no ano de 2003 e que articula poesia com pintura, assinadas pela mesma artista. O projecto pictórico final integra 9 séries de pintura, cada qual, subordinada a uma cor com 9 telas em díptico. Após as 9 séries expostas, está previsto uma EXPOSIÇÃO FINAL com a presença das 81 OBRAS aquando do Lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto e que irá conter 81 poemas ilustrados com as 81 obras e, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.
O traço: vermelho estreou-se como a cor primeira e Vital na assinatura do CORPOtraçoCORPO.
O traço: castanho-terra surgiu como a segunda cor do Movimento do projecto…
O traço: água-azul-céu, 3ª e 4ª cor, duas cores conjuntas criadas na horizontalidade… os dois azuis (azul-céu e o azul-água) e em sua Força a espelharam-se numa única cor…
O traço: laranja-lima, 5ª e 6ª cor, mais duas cores conjuntas em que os 9 dipticos do traço laranja e os 9 dipticos do traço limão apresentados na verticalidade, lado a lado, Alimento-vida, referenciam a importância do alimento da vida com o alimento na vida, doce e ácido, respectivamente na cor da laranja e na cor do limão.
O traço: verde-oliva, a 7ª cor, com 9 dipticos apresentados na verticalidade, a caracterizar este traço e em sua cor, no advir  de uma Verdade precisa.
O  traço: verde, a 8ª cor, com 9 dípticos apresentados na horizontalidade, firmam-se na relação de Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.

E o traço: cor de pele encerrará o ciclo das 9 cores.


Sobre o Projecto «CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura» : 
http://alicevalente.wordpress.com/corpotracocorpo/



clube

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails

Páginas