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ACREDITAR
Em frente
Não deixar por muito tempo
O que nos alinha
As filas
As fileiras
E no que atrás se segue
Desce-nos.
O que nos alinha
As filas
As fileiras
E no que atrás se segue
Desce-nos.
TEMPESTADES
Na relação humana há quem prolongue o profissionalismo aos afectos na família e na amizade. Mal está
ou estará quem assim se assenta em ventos semeados de um carinho transformado em 'coisa' de uma
vida sem vidas.
E aos profissionais de um profissionalismo da vida por vidas sem mais futuro ou vidas, a seu tempo
colherão quais proveitosas tempestades de casas caídas aos pedaços em regalos de pedras e prendas
sem eira nem beira.
A ganância é comida ao acordar pelos insensíveis que julgam tudo querer. E quando querem que lhes seja dada a prova de bem fadados, nada mais resta que uma mão cheia de obediência onde se julgam não estar.
A profissão e a eficiência de se ser bem sucedido a todo o custo, não entra no âmbito da afectividade humana. Os afectos são coisas que para muitos é como um caso que está perdido. Contudo, perdidos e sem se acharem estarão esses que em tudo pegam para apontar máquinas e armas às suas vítimas e em quais desculpas arranjadas para dar continuidade a quantas e malvadas assoberbices.
Talvez a religião os salve ou quem sabe um milagre de conseguirem passar por entre as gotas da chuva de suas colhidas tempestades.
A NATUREZA DO VENTO
O vento mal mandado arrepia o tempo. Tal como as sombras que nada nos têm para dizer e isto porque viramos costas a essas mesmas sombras que nos interpelam a continuar de outra diferente forma das regras que nos tentam impor. A política não me diz nada. E porque a política é tudo de mau que nos regra, na tal regra que nos torna seres intratáveis e insuportáveis em sua sociabilização. As regras ditam-nas aqueles que só as constroem para seus súbditos. Não há pessoas regradas e porque a regra é coisa de politiquices. As politiquices sucedem-se de uma actual demanda das fezes que sobram dos profissionais regrados em que com estes nada medra e porque a imundície é a sua forma de pensamento. Enquanto profissão, os politiqueiros são a maior das desgraças da nossa actualidade, constroem lixo em cima de lixo com o dinheiro da fome. As ideologias só às autoritárias polícias políticas estão associadas e muito mal está quem obedece cegamente porque sim ou porque não. E ao que ao humano diz respeito um dia o vento muda e porque o vento não é competitivo mas muda e muda-nos com ele.
O esforço tem limites
O território mortífero
- a vida e a morte macabra em campos, guetos e muralhas do poder -
Em 1945 deu-se a libertação de Auschwitz.
E hoje, ao fim de 70 anos continuamos na mesma, mas agora completamente envergonhados por assistirmos (há mais de uma década) a um país e seu povo obrigado a viver entre muralhas num insuportável extermínio e em atrocidades e mortes macabras.
Urge (para ontem) a libertação da Palestina!
Em 1945 deu-se a libertação de Auschwitz.
E hoje, ao fim de 70 anos continuamos na mesma, mas agora completamente envergonhados por assistirmos (há mais de uma década) a um país e seu povo obrigado a viver entre muralhas num insuportável extermínio e em atrocidades e mortes macabras.
Urge (para ontem) a libertação da Palestina!
E se ... (outros muros)
EM TERRAS DE NINGUÉM
Há os que vão e há os que ficam.
A ideia de quem fica é a mesma de quem vai - escolhas ou não.
Os que vão levam o que não pode ficar.
E os que ficam resistem ou não.
Uns e outros estão num único e mesmo território.
De Terra sem dono - em terras de ninguém.
A ideia de quem fica é a mesma de quem vai - escolhas ou não.
Os que vão levam o que não pode ficar.
E os que ficam resistem ou não.
Uns e outros estão num único e mesmo território.
De Terra sem dono - em terras de ninguém.
O QUE É ISTO E AQUILO
Isto é isto, isto é aquilo, e aquilo é aquilo, e tudo está assim tão visivel quanto linearmente bem classificado, para que nos possamos reger pelas mesmas e iguais normas, das coisas às pessoas.
E o que não é isto ou aquilo, ou quem não é isto ou aquilo, ou ainda, quem não tem isto ou aquilo, é invisível, não existe para quem só se vê assim, nesta científica, social e obrigatória regulamentação, do tem de ser, no que é isto e aquilo.
E o que não é isto ou aquilo, ou quem não é isto ou aquilo, ou ainda, quem não tem isto ou aquilo, é invisível, não existe para quem só se vê assim, nesta científica, social e obrigatória regulamentação, do tem de ser, no que é isto e aquilo.
"Oh tempo, volta para trás!"
Oh tempo, volta para trás!
(É só o que eu sinto no que as pessoas revelam e em seus saudosismos)
Oh tempo, volta para trás!
Não, o tempo não volta para trás!
Vamos mas é olhar o tempo de frente!
Mesmo os que insistem que o tempo volta para trás, o tempo não volta!!!
E esses que querem um tempo do 'volta para trás' e no que poderão atrasar o olhar em futuro naquilo que se fez no tempo de um 'volta para trás': a inquisição, o fascismo, o nazismo...
O tempo não volta para trás!
Vamos mas é olhar o tempo de frente!
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(É só o que eu sinto no que as pessoas revelam e em seus saudosismos)
Oh tempo, volta para trás!
Não, o tempo não volta para trás!
Vamos mas é olhar o tempo de frente!
Mesmo os que insistem que o tempo volta para trás, o tempo não volta!!!
E esses que querem um tempo do 'volta para trás' e no que poderão atrasar o olhar em futuro naquilo que se fez no tempo de um 'volta para trás': a inquisição, o fascismo, o nazismo...
O tempo não volta para trás!
Vamos mas é olhar o tempo de frente!
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